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	<title>Dogs on Web</title>
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	<title>Dogs on Web</title>
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		<title>Deco partilhou as 5 Melhores Rações para Cães em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 10:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[Escolher a melhor ração para um cão nem sempre é tarefa fácil. Entre dezenas de marcas, fórmulas e promessas de alimentação premium, muitos tutores acabam por sentir dúvidas sobre as rações, de qual será realmente a opção mais equilibrada para garantir saúde, energia e bem-estar ao seu patudo. Uma análise da Deco recente destacou cinco [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Escolher a melhor ração para um cão nem sempre é tarefa fácil. Entre dezenas de marcas, fórmulas e promessas de alimentação premium, muitos tutores acabam por sentir dúvidas sobre as rações, de qual será realmente a opção mais equilibrada para garantir saúde, energia e bem-estar ao seu patudo.</strong></p>



<p>Uma análise da <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/noticias/cinco-melhores-racoes-seu-cao-onde-comprar-online" target="_blank" rel="noopener">Deco</a> recente destacou cinco <a href="https://dogsonweb.com/?s=ra%C3%A7%C3%B5es">rações</a> secas que se distinguiram pela qualidade nutricional, composição equilibrada e utilização de ingredientes considerados de elevada qualidade. O estudo avaliou diferentes critérios essenciais, como teor de proteína, gordura, vitaminas, digestibilidade e clareza da rotulagem.</p>



<p>O resultado revelou opções para diferentes orçamentos, incluindo marcas premium e até produtos de marca própria de supermercados.</p>



<p>Uma alimentação equilibrada é fundamental para a saúde do cão em todas as fases da vida. Uma boa ração deve fornecer todos os nutrientes essenciais nas proporções adequadas, incluindo proteínas de qualidade, hidratos de carbono, gorduras saudáveis, vitaminas e minerais.</p>



<p>Além disso, a digestibilidade dos ingredientes, o valor energético e a adaptação ao porte, idade e nível de atividade do animal são fatores determinantes na escolha da alimentação ideal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acana Adult Dog Recipe destaca-se pela qualidade dos ingredientes</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="500" height="500" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-acana-500x500-1.jpg" alt="Acana Adult Dog Recipe" class="wp-image-21845" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-acana-500x500-1.jpg 500w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-acana-500x500-1-300x300.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-acana-500x500-1-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>


<p>A Acana Adult Dog Recipe surge entre as opções mais bem classificadas graças à sua composição rica em ingredientes frescos e equilibrados.</p>



<p>Com frango fresco como primeiro ingrediente, esta fórmula apresenta bons níveis de proteína e gordura, além de uma composição nutricional completa para cães adultos.</p>



<p>Outro dos pontos fortes apontados é a clareza da informação nutricional presente na embalagem, facilitando a escolha por parte dos tutores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Royal Canin continua entre as referências para cães de porte médio</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="500" height="500" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-royal-canin-500x500-1.jpg" alt="Royal Canin" class="wp-image-21846" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-royal-canin-500x500-1.jpg 500w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-royal-canin-500x500-1-300x300.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-royal-canin-500x500-1-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>


<p>A Royal Canin Medium Adult mantém-se como uma das marcas mais reconhecidas no segmento da alimentação animal.</p>



<p>Indicada para cães adultos de porte médio, esta ração destacou-se pelo equilíbrio nutricional, pela qualidade da proteína digerível e pelo fornecimento adequado de aminoácidos essenciais.</p>



<p>A fórmula foi desenvolvida especificamente para responder às necessidades energéticas e digestivas de cães com atividade moderada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Purina Pro Plan aposta numa fórmula equilibrada e nutritiva</h2>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img decoding="async" width="500" height="500" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-purina-proplan-500x500-2.jpg" alt="" class="wp-image-21848" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-purina-proplan-500x500-2.jpg 500w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-purina-proplan-500x500-2-300x300.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-purina-proplan-500x500-2-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>


<p>A Purina Pro Plan Medium Adult também integra a lista das rações mais bem avaliadas.</p>



<p>Com uma composição rica em vitaminas, proteínas e gorduras equilibradas, esta opção apresenta uma fórmula pensada para cães adultos a partir de um ano de idade.</p>



<p>A digestibilidade e a qualidade nutricional foram dois dos aspetos mais valorizados nesta ração seca.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Marcas de supermercado surpreendem pela qualidade</h2>



<p>Uma das grandes surpresas da análise foi o desempenho de algumas marcas de distribuição, que conseguiram resultados semelhantes a marcas premium.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Auchan Expert Rico em Frango Fresco e Arroz</h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="500" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-auchan-expert-500x500-1.jpg" alt="" class="wp-image-21849" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-auchan-expert-500x500-1.jpg 500w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-auchan-expert-500x500-1-300x300.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-auchan-expert-500x500-1-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure></div>


<p>Disponível exclusivamente nas lojas Auchan, esta ração destacou-se pela qualidade da matéria-prima e pelo equilíbrio nutricional.</p>



<p>Com uma composição completa e uma rotulagem clara, mostrou ser uma alternativa interessante para quem procura uma solução mais económica sem comprometer a alimentação do cão.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Compy Supreme do Mercadona conquista tutores</h3>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="500" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-compy-mercadona-500x500-1.jpg" alt="" class="wp-image-21850" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-compy-mercadona-500x500-1.jpg 500w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-compy-mercadona-500x500-1-300x300.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/comida-cao-compy-mercadona-500x500-1-150x150.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>



<p>A ração Compy Supreme Frango Fresco com Frutas e Verduras, vendida no Mercadona, também obteve uma avaliação muito positiva.</p>



<p>Além do equilíbrio nutricional, destacou-se pela quantidade de informação disponibilizada na embalagem e pelo bom valor energético da fórmula.</p>



<p>O desempenho desta ração reforça a ideia de que as marcas próprias podem oferecer qualidade comparável — e por vezes superior — a opções mais caras do mercado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como escolher a ração ideal para o seu cão segundo a Deco</h2>



<p>Apesar das classificações e análises, a melhor ração será sempre aquela que melhor se adapta às necessidades específicas de cada animal.</p>



<p>A idade, porte, peso, nível de atividade física e até possíveis sensibilidades digestivas devem ser considerados antes da escolha.</p>



<p>Também é importante realizar qualquer mudança alimentar de forma gradual, ao longo de vários dias, para evitar desconfortos gastrointestinais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alimentação equilibrada faz diferença na saúde do cão</h2>



<p>Uma alimentação adequada tem impacto direto na energia, digestão, condição da pele e do pelo, controlo do peso e qualidade de vida dos cães.</p>



<p>Aliada a exercício físico regular e acompanhamento veterinário, a escolha de uma ração equilibrada continua a ser um dos pilares fundamentais para garantir uma vida longa, saudável e feliz aos animais de companhia.</p>
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		<title>União Europeia aprova novas regras para cães e gatos: microchip obrigatório e fim de práticas polémicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 15:09:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[microhsip]]></category>
		<category><![CDATA[regras]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia aprovou um novo conjunto de regras para cães e gatos de companhia que promete mudar significativamente a forma como estes animais são identificados, registados e criados nos próximos anos. As novas medidas têm como objetivo reforçar a proteção animal, combater práticas de criação consideradas prejudiciais e aumentar o controlo sobre o comércio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A União Europeia aprovou um novo conjunto de regras para cães e gatos de companhia que promete mudar significativamente a forma como estes animais são identificados, registados e criados nos próximos anos.</strong></p>



<p>As novas medidas têm como objetivo reforçar a proteção animal, combater práticas de criação consideradas prejudiciais e aumentar o controlo sobre o comércio de animais de companhia, especialmente no ambiente online.</p>



<p>Entre as principais mudanças estão a obrigatoriedade do microchip, novas restrições à reprodução de animais e regras mais apertadas para criadores, vendedores e abrigos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Microchip passa a ser obrigatório para cães e gatos</h2>



<p>Uma das alterações mais importantes prende-se com a identificação eletrónica obrigatória através de microchip.</p>



<p>A medida pretende garantir maior controlo sobre os animais de companhia em circulação na <a href="https://dogsonweb.com/?s=uni%C3%A3o+europeia">União Europeia</a>, facilitando a identificação dos tutores, a rastreabilidade dos animais e o combate ao abandono e tráfico ilegal.</p>



<p>Além disso, os animais terão de estar registados em bases de dados nacionais compatíveis entre os vários países europeus, permitindo uma maior integração e partilha de informação entre autoridades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">UE quer travar criação de animais com problemas de saúde</h2>



<p>As novas regras europeias introduzem também restrições à reprodução de cães e gatos com características físicas exageradas que possam comprometer o seu bem-estar.</p>



<p>Entre os casos mais visados estão animais com dificuldades respiratórias, deformações ósseas, problemas oculares ou outras alterações associadas a práticas de seleção genética extremas.</p>



<p>O objetivo é reduzir o sofrimento animal associado a determinadas linhas de criação que, ao longo dos anos, privilegiaram a aparência em detrimento da saúde.</p>



<p>A legislação prevê ainda o fim da criação por consanguinidade, prática frequentemente associada ao aumento de doenças hereditárias e problemas genéticos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Viagens na União Europeia continuam sujeitas a regras</h2>



<p>Apesar das novas alterações, mantém-se a obrigatoriedade do Passaporte Europeu para Animais de Companhia para viagens entre países da União Europeia.</p>



<p>Os cães e gatos continuam também obrigados a ter vacinação antirrábica válida e identificação atualizada para poderem circular legalmente entre Estados-Membros.</p>



<p>Com a integração dos novos sistemas de registo, espera-se que o controlo sanitário e a rastreabilidade se tornem mais eficazes em toda a Europa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comércio online de animais passa a estar mais vigiado</h2>



<p>Outro dos focos desta nova legislação é o combate ao comércio ilegal e pouco transparente de animais de companhia na internet.</p>



<p>Nos últimos anos, o mercado online de venda de cães e gatos cresceu significativamente na Europa, aumentando também os casos de tráfico, falsificação de documentos e criação sem controlo sanitário.</p>



<p>As novas regras pretendem reforçar a fiscalização sobre vendedores e plataformas digitais, promovendo maior transparência e proteção para os futuros tutores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Regras serão aplicadas de forma gradual</h2>



<p>A implementação das novas medidas será feita por fases, permitindo uma adaptação progressiva dos diferentes setores envolvidos.</p>



<p>Criadores, vendedores e abrigos terão até quatro anos para cumprir as novas exigências impostas pela legislação europeia.</p>



<p>Já no caso dos tutores particulares, alguns prazos serão mais alargados. As novas obrigações relacionadas com cães terão um período de adaptação de até dez anos, enquanto para os gatos esse prazo poderá chegar aos 15 anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Proteção animal ganha cada vez mais peso na legislação europeia</h2>



<p>As novas regras refletem uma mudança crescente na forma como a União Europeia encara o bem-estar animal e a relação entre pessoas e animais de companhia.</p>



<p>A preocupação com a saúde, a criação responsável e o combate ao comércio ilegal tem vindo a ganhar destaque nos últimos anos, acompanhando também uma maior sensibilização da sociedade para estas questões.</p>



<p>Com estas medidas, a UE pretende criar um sistema mais rigoroso, transparente e focado na proteção dos animais, promovendo práticas mais éticas e responsáveis em todo o espaço europeu.</p>



<p><em>Fonte:<a href="https://pplware.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Pplware</a></em></p>



<p></p>
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		<title>O seu cão comeu algo na rua? Os sinais de alerta que nunca deve ignorar</title>
		<link>https://dogsonweb.com/os-sinais-de-alerta-que-nunca-deve-ignorar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
		<category><![CDATA[sinais de alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da primavera, aumentam os passeios ao ar livre, as idas ao parque e os momentos de exploração dos cães em jardins, ruas e zonas verdes. Mas esta estação, tão associada ao bom tempo e ao convívio no exterior, traz também riscos escondidos que muitos tutores desconhecem. Descubra os sinais de alerta que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Com a chegada da primavera, aumentam os passeios ao ar livre, as idas ao parque e os momentos de exploração dos cães em jardins, ruas e zonas verdes. Mas esta estação, tão associada ao bom tempo e ao convívio no exterior, traz também riscos escondidos que muitos tutores desconhecem. Descubra os sinais de alerta que nunca deve ignorar.</strong></p>



<p>Plantas tóxicas, restos de comida, pesticidas, objetos abandonados no chão e até pequenos animais podem representar um perigo sério para os cães. E basta um momento de distração durante o passeio para que o animal ingira algo potencialmente perigoso.</p>



<p>Saber identificar os <a href="https://dogsonweb.com/passeios-de-primavera-com-o-seu-cao/">sinais</a> de alerta e agir rapidamente pode fazer toda a diferença na saúde — e até na vida — do patudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Primavera aumenta os riscos durante os passeios</h2>



<p>Durante esta altura do ano, os cães passam naturalmente mais tempo no exterior e interagem mais com o ambiente à sua volta. Cheirar, lamber e apanhar objetos do chão faz parte do comportamento exploratório normal dos cães, especialmente em locais novos ou com muitos estímulos.</p>



<p>O problema é que muitos espaços aparentemente seguros escondem perigos pouco evidentes.</p>



<p>Entre os riscos mais comuns encontram-se plantas ornamentais tóxicas, fertilizantes utilizados em jardins, pesticidas, lixo alimentar deixado no chão, ossos, plásticos, embalagens ou pequenos objetos que podem ser engolidos acidentalmente.</p>



<p>Além disso, a primavera traz também uma maior presença de insetos, ninhos de aves e pequenos animais, aumentando ainda mais a curiosidade natural dos cães.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plantas comuns que podem ser tóxicas para cães</h2>



<p>Muitos tutores não sabem que algumas das plantas mais populares da primavera podem causar intoxicações graves nos cães.</p>



<p>Narcisos, jacintos, tulipas, amarílis e lírios estão entre as espécies mais perigosas e podem provocar problemas digestivos, neurológicos e até cardíacos, dependendo da quantidade ingerida.</p>



<p>Estas plantas encontram-se frequentemente em jardins públicos, parques, varandas e zonas residenciais, o que torna importante manter vigilância constante durante os passeios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comer relva nem sempre é motivo para preocupação</h2>



<p>Nem toda a ingestão de elementos exteriores representa necessariamente um problema.</p>



<p>Comer relva, por exemplo, pode ser um comportamento perfeitamente normal em muitos cães. Em alguns casos, está associado à exploração do ambiente ou à tentativa de aliviar pequenos desconfortos digestivos.</p>



<p>Ainda assim, os tutores devem estar atentos à frequência e intensidade desse comportamento. Se o cão começar subitamente a comer relva em excesso ou apresentar alterações comportamentais associadas, isso pode indicar que algo não está bem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais de alerta após ingestão de algo suspeito</h2>



<p>Os sintomas podem variar bastante consoante o tipo de substância ou objeto ingerido. Em muitos casos, os primeiros sinais aparecem rapidamente.</p>



<p>Os sintomas mais frequentes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vómitos;</li>



<li>Diarreia;</li>



<li>Salivação excessiva;</li>



<li>Tremores;</li>



<li>Letargia;</li>



<li>Perda de apetite;</li>



<li>Inquietação ou alterações comportamentais;</li>



<li>Dificuldade respiratória;</li>



<li>Convulsões.</li>
</ul>



<p>Alguns cães podem também demonstrar dor abdominal, fraqueza ou comportamento incomum poucas horas após o passeio.</p>



<p>Perante qualquer um destes sinais, é importante não esperar que a situação passe sozinha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer se suspeitar que o cão ingeriu algo perigoso</h2>



<p>A primeira recomendação é manter a calma e tentar perceber exatamente o que o cão poderá ter ingerido.</p>



<p>Se possível, deve guardar restos da substância, embalagem ou fotografar o objeto para ajudar na avaliação médico-veterinária.</p>



<p>Um dos erros mais comuns é tentar provocar o vómito sem orientação profissional. Em determinadas situações, isso pode agravar o problema e provocar complicações adicionais.</p>



<p>O mais importante é procurar assistência veterinária o mais rapidamente possível para garantir uma avaliação adequada e iniciar o tratamento necessário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A prevenção continua a ser a melhor proteção</h2>



<p>Embora seja impossível controlar tudo o que existe no exterior, existem várias medidas simples que ajudam a reduzir o risco.</p>



<p>Durante os passeios, é aconselhável:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evitar zonas com plantas desconhecidas ou produtos químicos;</li>



<li>Impedir o cão de apanhar objetos do chão;</li>



<li>Utilizar trela em locais com maior risco;</li>



<li>Estimular brincadeiras seguras durante o passeio;</li>



<li>Manter atenção constante ao comportamento do animal.</li>
</ul>



<p>A supervisão ativa continua a ser a forma mais eficaz de evitar acidentes e garantir que os passeios continuam a ser momentos seguros, tranquilos e positivos para toda a família.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pequenas mudanças de comportamento podem ser importantes</h2>



<p>Muitas vezes, os primeiros sinais são subtis. Um cão mais apático, inquieto ou com alterações no apetite pode já estar a dar sinais de que algo não está bem.</p>



<p>Conhecer os hábitos do animal e observar mudanças repentinas permite agir mais rapidamente e aumentar as hipóteses de recuperação em caso de intoxicação ou ingestão perigosa.</p>



<p>Na primavera, os passeios tornam-se mais frequentes e estimulantes, mas também exigem atenção redobrada. Afinal, aquilo que parece apenas um momento de curiosidade pode transformar-se rapidamente numa emergência veterinária.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-1024x576.jpg" alt="O seu cão comeu algo na rua? Os sinais de alerta que nunca deve ignorar" class="wp-image-21827" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-1024x576.jpg 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-300x169.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-768x432.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-1536x864.jpg 1536w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-2048x1152.jpg 2048w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-696x392.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-1068x601.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-1920x1080.jpg 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://dogs-ptmagazine.com/" target="_blank" rel="noopener">Dogs PT Magazine</a></figcaption></figure>
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		<title>“Leva contigo o mais antigo”: projeto da ResGato já ajudou cães seniores a encontrar uma nova família</title>
		<link>https://dogsonweb.com/leva-contigo-o-mais-antigo-projeto-da-resgato/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Adoção]]></category>
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		<category><![CDATA[leva contigo o mais antigo]]></category>
		<category><![CDATA[resgato]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante anos, muitos cães vivem esquecidos em canis, à espera de uma oportunidade que nunca chega. São, na maioria das vezes, os animais mais velhos, aqueles que raramente despertam interesse em adoções rápidas. Foi precisamente para mudar essa realidade que nasceu o projeto “Leva contigo o mais antigo”, criado pela associação ResGato, que tem vindo [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Durante anos, muitos cães vivem esquecidos em canis, à espera de uma oportunidade que nunca chega. São, na maioria das vezes, os animais mais velhos, aqueles que raramente despertam interesse em adoções rápidas. Foi precisamente para mudar essa realidade que nasceu o projeto “Leva contigo o mais antigo”, criado pela associação ResGato, que tem vindo a dar uma nova esperança a cães seniores.</strong></p>



<p>A iniciativa &#8220;Leva contigo o mais antigo&#8221; arrancou em <a href="https://www.facebook.com/61577361599562/posts/%EF%B8%8F/122174684318912053/" target="_blank" rel="noopener">fevereiro de 2025 </a>e, desde então, já permitiu que oito cães encontrassem finalmente uma família. O objetivo passa por sensibilizar para a adoção de animais mais velhos, mostrando que continuam capazes de criar laços profundos, adaptar-se a novas rotinas e proporcionar anos de companhia, carinho e tranquilidade com o projeto “Leva contigo o mais antigo”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Blue esperou sete anos por uma oportunidade</h2>



<p>Um dos casos mais recentes é o de Blue, uma cadela sénior de porte pequeno/médio que passou cerca de sete anos num can il. Durante mais de 2500 dias, viu pessoas entrar e sair sem nunca ser escolhida.</p>



<p>Atualmente com cerca de dez anos, Blue encontra-se agora sob os cuidados da associação e disponível para adoção responsável. Segundo a ResGato, trata-se de uma cadela sociável, alegre e muito afetuosa, que se adapta facilmente tanto a apartamentos como a casas com espaço exterior.</p>



<p>A <a href="https://dogsonweb.com/caotactos/associacoes-portuguesas-para-adocao/">associação</a> destaca ainda que Blue convive bem com outros cães, gosta da presença humana e mantém uma energia surpreendente para a idade. A cadela já foi esterilizada, tem vacinação e desparasitação em dia e possui boletim sanitário atualizado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A difícil realidade dos cães seniores nos canis</h2>



<p>Os cães mais velhos continuam a ser dos mais esquecidos nos centros de recolha e associações. Muitos passam anos sem receber qualquer pedido de adoção, sobretudo porque existe uma preferência generalizada por cachorros ou animais mais jovens.</p>



<p>No entanto, os cães seniores apresentam várias vantagens para quem procura um companheiro mais calmo e equilibrado. Regra geral, já têm rotinas definidas, níveis de energia mais estáveis e uma personalidade mais previsível. Além disso, costumam adaptar-se rapidamente ao ambiente familiar e valorizam profundamente a atenção e o conforto que recebem.</p>



<p>Projetos como “Leva contigo o mais antigo” procuram precisamente combater preconceitos associados à idade e mostrar que todos os animais merecem uma oportunidade, independentemente do tempo que passaram num canil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Redes sociais ajudam a dar visibilidade aos animais esquecidos</h2>



<p>A ResGato tem utilizado as redes sociais como principal ferramenta para divulgar os cães integrados no “Leva contigo o mais antigo”. As publicações procuram contar a história de cada animal, sensibilizando potenciais adotantes para a realidade dos cães seniores.</p>



<p>A estratégia tem ajudado a aumentar a visibilidade destes animais e a criar maior consciencialização para a adoção responsável. Em muitos casos, basta uma partilha para que um cão que passou anos sem ser visto consiga finalmente encontrar uma família.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Adoção sénior: uma segunda oportunidade que muda vidas</h2>



<p>Adotar um cão sénior é também um gesto de enorme impacto emocional e social. Muitos destes animais passaram grande parte da vida em ambiente de canil e chegam a uma nova casa já com necessidade de estabilidade, conforto e tranquilidade.</p>



<p>Apesar da idade, continuam capazes de criar vínculos fortes e de transformar completamente a dinâmica familiar. Para muitos adotantes, a experiência acaba por revelar-se surpreendentemente gratificante.</p>



<p>O projeto “Leva contigo o mais antigo” continua ativo e procura novas famílias disponíveis para dar uma segunda oportunidade a cães que passaram demasiado tempo à espera de serem escolhidos.</p>
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		<title>Sinais podem indicar alergias na primavera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alergias]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da primavera, muitos cães começam a apresentar sinais que os tutores tendem a desvalorizar. Lamber constantemente as patas, esfregar o focinho no chão, coçar-se com frequência ou abanar repetidamente a cabeça são comportamentos comuns nesta altura do ano — mas podem esconder um problema mais sério. O aumento da exposição a pólen, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Com a chegada da primavera, muitos cães começam a apresentar sinais que os tutores tendem a desvalorizar. Lamber constantemente as patas, esfregar o focinho no chão, coçar-se com frequência ou abanar repetidamente a cabeça são comportamentos comuns nesta altura do ano — mas podem esconder um problema mais sério.</strong></p>



<p>O aumento da exposição a pólen, fungos, ácaros e picadas de insetos faz da <a href="https://dogsonweb.com/passeios-de-primavera-com-o-seu-cao/">primavera</a> uma das épocas mais críticas para o aparecimento de alergias nos animais de companhia. E quando os sintomas não são identificados atempadamente, o desconforto pode evoluir rapidamente para problemas dermatológicos mais graves.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alergias na primavera afetam cada vez mais cães</h2>



<p>As alergias cutâneas, especialmente a dermatite atópica, estão entre os problemas dermatológicos mais frequentes em cães. Esta condição inflamatória está associada a uma resposta exagerada do organismo a alergénios ambientais e provoca um sintoma muito característico: a comichão persistente.</p>



<p>Apesar de muitos tutores considerarem normal o cão coçar-se ocasionalmente, o prurido constante nunca deve ser ignorado.</p>



<p>O problema é que os sinais começam, muitas vezes, de forma discreta. Um cão que lambe as patas “de vez em quando” ou esfrega o focinho após os passeios pode estar já a desenvolver uma reação alérgica que tende a agravar-se com o tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sinais de alerta que muitos tutores ignoram</h2>



<p>As alergias não se manifestam apenas através da comichão. Existem vários sinais que podem indicar um problema dermatológico e que passam frequentemente despercebidos.</p>



<p>Entre os sintomas mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lamber excessivamente as patas;</li>



<li>Esfregar o focinho no chão ou nos móveis;</li>



<li>Vermelhidão e irritação na pele;</li>



<li>Queda de pelo localizada;</li>



<li>Feridas provocadas pelo ato de coçar;</li>



<li>Otites frequentes;</li>



<li>Inflamação ou desconforto nos ouvidos;</li>



<li>Abanar constante da cabeça.</li>
</ul>



<p>Quando estes comportamentos se tornam frequentes, o animal pode acabar por provocar lesões na própria pele, aumentando o risco de infeções secundárias causadas por bactérias ou fungos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Algumas raças têm maior predisposição para alergias</h2>



<p>Embora qualquer cão possa desenvolver dermatite atópica, existem raças com maior predisposição genética para este tipo de problema.</p>



<p>Bulldog Inglês, Bouledogue Francês, Labrador Retriever, Golden Retriever, Boxer, Pastor Alemão, Sharpei, Chow Chow, Dálmata, Setter e vários Terriers estão entre os cães mais vulneráveis às alergias ambientais.</p>



<p>Ainda assim, a doença pode surgir em qualquer animal, independentemente da raça ou idade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alergias podem afetar o comportamento e o bem-estar emocional</h2>



<p>O impacto das alergias vai muito além da pele. A comichão constante e o desconforto diário afetam diretamente o comportamento do cão, podendo provocar irritabilidade, stress e alterações emocionais.</p>



<p>Muitos animais tornam-se mais inquietos, ansiosos ou até apáticos devido ao desconforto persistente.</p>



<p>Nos casos mais avançados, surgem alterações cutâneas visíveis, como pele mais espessa, escurecida, crostas ou zonas sem pelo, sinais que indicam uma inflamação prolongada e mais difícil de controlar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A deteção precoce faz toda a diferença</h2>



<p>O papel do tutor é fundamental na identificação precoce destes sinais. Observar alterações no comportamento, na pele ou na frequência com que o cão se coça pode ajudar a evitar complicações futuras.</p>



<p>Quanto mais cedo o problema for acompanhado, maior a probabilidade de controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do animal.</p>



<p>Quando os sinais persistem, o mais importante é procurar acompanhamento médico-veterinário para identificar a origem da alergia e definir um tratamento adequado às necessidades específicas do cão.</p>



<p>Na primavera, a atenção aos pequenos sinais pode fazer toda a diferença no conforto, saúde e bem-estar dos animais de companhia.</p>
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		<title>Santarém recebe o II Festival do Cão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Dog Friendly]]></category>
		<category><![CDATA[ii festival do cÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
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					<description><![CDATA[Os amantes de cães já têm um novo evento para marcar na agenda. O Jardim da Liberdade, em Santarém, vai transformar-se num verdadeiro ponto de encontro para famílias, tutores e patudos com a chegada do II Festival do Cão, um dia inteiramente dedicado ao universo canino, ao bem-estar animal e ao entretenimento para todas as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Os amantes de cães já têm um novo evento para marcar na agenda. O Jardim da Liberdade, em Santarém, vai transformar-se num verdadeiro ponto de encontro para famílias, tutores e patudos com a chegada do II Festival do Cão, um dia inteiramente dedicado ao universo canino, ao bem-estar animal e ao entretenimento para todas as idades.</strong></p>



<p>O <a href="https://dogsonweb.com/festival-do-cao/">II Festival do Cão</a> acontece no próximo dia 30 de maio, entre as 09h30 e as 19h00, e promete um programa recheado de atividades gratuitas, demonstrações cinotécnicas, desporto canino, música ao vivo e momentos pensados para aproximar ainda mais as pessoas dos seus animais de companhia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">II Festival do Cão em Santarém promete um dia cheio de atividades para toda a família</h2>



<p>Organizado pelo Município de Santarém através do Centro de Recolha Oficial de Animais, o festival aposta numa programação diversificada que combina lazer, aprendizagem e demonstrações técnicas ligadas ao mundo canino.</p>



<p>O objetivo passa por sensibilizar para o bem-estar animal, promover a interação entre tutores e cães e dar a conhecer diferentes modalidades e áreas de trabalho desenvolvidas com animais.</p>



<p>Ao longo do dia, os visitantes poderão assistir a demonstrações de treino, atividades desportivas, apresentações educativas e espetáculos preparados especialmente para o evento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Demonstrações cinotécnicas e desporto canino são um dos grandes destaques</h2>



<p>A manhã começa com as inscrições para o Doggy Paper, uma das atividades pensadas para desafiar tutores e cães de forma divertida e interativa.</p>



<p>Entre os principais destaques estão também as demonstrações dos Super Dogs e as dinâmicas de agilidade Puller, onde o público poderá participar diretamente com os seus animais.</p>



<p>O II Festival do Cão contará ainda com uma demonstração técnica do Grupo Operacional Cinotécnico da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, uma oportunidade para conhecer de perto o trabalho desenvolvido por cães treinados em contextos operacionais e especializados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acupuntura animal, comportamento e saúde também fazem parte do programa</h2>



<p>Além da componente recreativa, o <a href="https://www.cm-santarem.pt/apoio-ao-municipe/noticias/item/7289-jardim-da-liberdade-recebe-ii-festival-do-cao-um-dia-dedicado-aos-melhores-amigos-de-quatro-patas" target="_blank" rel="noopener">II Festival do Cão</a> inclui momentos dedicados à informação e sensibilização sobre saúde e bem-estar animal.</p>



<p>Durante o evento, haverá uma apresentação sobre acupuntura animal, uma prática cada vez mais procurada por tutores que procuram terapias complementares para melhorar a qualidade de vida dos seus cães.</p>



<p>O público poderá ainda conhecer melhor o trabalho e os serviços do Centro de Recolha Oficial de Animais de Santarém, através de uma apresentação conduzida pela veterinária municipal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PSP, Dog Dance e modalidades desportivas animam a tarde</h2>



<p>A programação da tarde do II Festival do Cão continua com várias demonstrações e atividades que prometem atrair visitantes de todas as idades.</p>



<p>Um dos momentos mais aguardados será a participação do conhecido “Zé dos Bichos”, seguida de uma demonstração da Unidade Especial da PSP, onde os cães voltam a assumir protagonismo em exercícios de treino e obediência.</p>



<p>A animação prossegue com uma sessão de Dog Dance, modalidade que combina música, treino e coreografias realizadas entre cães e tutores.</p>



<p>Os visitantes terão ainda oportunidade de descobrir modalidades como Mushing e Canicross, desportos que unem corrida e trabalho em equipa entre humanos e cães.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desfile canino e música ao vivo encerram o evento</h2>



<p>O final do festival será marcado pelo tradicional Desfile Canino, um dos momentos mais acarinhados pelo público, onde os cães poderão desfilar perante os visitantes num ambiente descontraído e festivo.</p>



<p>Haverá também uma apresentação da matilha Smiledog antes do encerramento oficial do evento.</p>



<p>A festa termina com música ao vivo pela Banda MM, liderada por Mariana Maia, jovem cantora que conquistou popularidade através do programa televisivo The Voice Kids.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um evento gratuito para celebrar a ligação entre pessoas e cães</h2>



<p>Com entrada gratuita e um ambiente pensado para toda a família, o II Festival do Cão em Santarém reforça a crescente importância dos eventos dedicados aos animais de companhia em Portugal.</p>



<p>Entre demonstrações, atividades desportivas, momentos educativos e muita animação, o evento promete um dia diferente para quem não dispensa a companhia do seu melhor amigo de quatro patas.</p>
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		<title>Perder um animal de estimação pode causar um luto profundo: SNS alerta para o impacto emocional</title>
		<link>https://dogsonweb.com/luto-profundo-sns-alerta-para-o-impacto-emocional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[luto]]></category>
		<category><![CDATA[sns]]></category>
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					<description><![CDATA[A perda de um animal de companhia continua a ser uma dor silenciosa para milhares de pessoas. Apesar da forte ligação emocional criada entre tutores e animais, o luto animal ainda é frequentemente desvalorizado pela sociedade. Agora, o Serviço Nacional de Saúde veio reforçar uma mensagem importante: sofrer pela perda de um cão, gato ou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A perda de um animal de companhia continua a ser uma dor silenciosa para milhares de pessoas. Apesar da forte ligação emocional criada entre tutores e animais, o luto animal ainda é frequentemente desvalorizado pela sociedade. Agora, o Serviço Nacional de Saúde veio reforçar uma mensagem importante: sofrer pela perda de um cão, gato ou outro companheiro de quatro patas é legítimo e o luto pode ter um impacto emocional significativo.</strong></p>



<p>Numa campanha recente partilhada nas redes sociais, o SNS alertou para a importância de reconhecer este tipo de sofrimento e procurar <a href="https://dogsonweb.com/barkyn-lanca-linha-de-apoio-ao-luto-para-donos-de-caes/">apoio psicológico</a> sempre que a dor interfere com a vida quotidiana.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O luto por um animal de companhia é real e afeta a saúde emocional</h2>



<p>Os animais de estimação ocupam um lugar cada vez mais importante nas famílias portuguesas. Fazem parte das rotinas, acompanham momentos difíceis, ajudam a combater a solidão e criam vínculos emocionais profundos.</p>



<p>Quando essa presença desaparece, muitas pessoas sentem um vazio difícil de explicar. A perda pode desencadear tristeza intensa, ansiedade, sensação de isolamento e alterações emocionais que afetam o bem-estar diário.</p>



<p>O <a href="https://www.instagram.com/p/DYZbRlTAI-I/?img_index=1" target="_blank" rel="noopener">SNS</a> destaca precisamente esse impacto, lembrando que os animais dão estrutura, conforto e estabilidade emocional à vida de muitas famílias. A ausência repentina pode provocar uma quebra emocional significativa, especialmente em pessoas que viviam uma ligação muito próxima com o animal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque é que o luto animal continua a ser desvalorizado?</h2>



<p>Apesar da crescente consciencialização sobre saúde mental, o luto por um animal continua, muitas vezes, a ser visto como um sofrimento “menor”. Muitas pessoas sentem dificuldade em expressar a sua dor por receio de julgamento ou incompreensão social.</p>



<p>Esta falta de validação emocional pode agravar ainda mais o sofrimento, levando os tutores a viver o luto de forma isolada e silenciosa.</p>



<p>Especialistas em psicologia e comportamento animal têm vindo a alertar para esta realidade há vários anos, defendendo que a ligação entre humanos e animais pode ser tão forte quanto outras relações afetivas importantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como lidar com a perda de um animal de estimação</h2>



<p>O SNS partilhou várias recomendações para ajudar os tutores a atravessar este processo emocional de forma mais saudável. Entre os principais conselhos estão aceitar os sentimentos, permitir-se viver o luto sem culpa e evitar o isolamento emocional.</p>



<p>Criar um ritual de despedida também pode ajudar a processar a perda, assim como manter atividades que promovam bem-estar emocional e equilíbrio mental.</p>



<p>Cada pessoa vive o luto de forma diferente e não existe um tempo “certo” para recuperar emocionalmente da perda de um animal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando deve procurar ajuda psicológica?</h2>



<p>Embora a tristeza seja uma reação natural, existem situações em que o sofrimento se torna mais intenso e persistente. Quando a dor interfere com a capacidade de trabalhar, dormir, socializar ou manter a rotina diária, pode ser importante procurar apoio profissional.</p>



<p>O SNS reforça que pedir ajuda psicológica não deve ser encarado como sinal de fraqueza, mas sim como um passo importante para recuperar emocionalmente e aprender a lidar com a perda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">SNS ajuda a combater o preconceito associado ao luto animal</h2>



<p>A iniciativa do Serviço Nacional de Saúde representa um passo importante na validação pública do sofrimento associado à perda de um animal de companhia.</p>



<p>Ao reconhecer oficialmente o impacto emocional deste tipo de luto, o SNS contribui para reduzir o preconceito social e incentivar uma abordagem mais empática e consciente da saúde mental dos tutores.</p>



<p>Nas redes sociais, muitas pessoas reagiram à campanha partilhando histórias pessoais e agradecendo o reconhecimento institucional de uma dor que continua a marcar profundamente milhares de famílias portuguesas.</p>



<p>Cada vez mais, torna-se evidente que os animais não são apenas companheiros: são parte da família, da rotina e da vida emocional de quem os ama.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="775" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-19-as-16.54.01-1024x775.png" alt="Perder um animal de estimação pode causar um luto profundo: SNS alerta para o impacto emocional" class="wp-image-21813" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-19-as-16.54.01-1024x775.png 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-19-as-16.54.01-300x227.png 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-19-as-16.54.01-768x581.png 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-19-as-16.54.01-1536x1163.png 1536w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-19-as-16.54.01-2048x1550.png 2048w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-19-as-16.54.01-696x527.png 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-19-as-16.54.01-1068x809.png 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/Captura-de-ecra-2026-05-19-as-16.54.01-1920x1454.png 1920w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><audio autoplay=""></audio></p>
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		<title>Portugal faz história: Gabriela, de 14 anos, recebe o primeiro cão-guia atribuído a uma menor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[14 anos]]></category>
		<category><![CDATA[cão-guia]]></category>
		<category><![CDATA[gabriela]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal acaba de dar um passo histórico na inclusão de pessoas com deficiência visual. Pela primeira vez, um cão-guia foi oficialmente atribuído a uma utilizadora menor de idade, abrindo caminho a uma nova realidade para crianças e adolescentes cegos no país. A protagonista deste momento marcante chama-se Gabriela, tem 14 anos, e recebeu Vintage, uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Portugal acaba de dar um passo histórico na inclusão de pessoas com deficiência visual. Pela primeira vez, um cão-guia foi oficialmente atribuído a uma utilizadora menor de idade, abrindo caminho a uma nova realidade para crianças e adolescentes cegos no país. A protagonista deste momento marcante chama-se Gabriela, tem 14 anos, e recebeu Vintage, uma cadela treinada para a acompanhar no dia a dia, promovendo maior autonomia, segurança e liberdade.</strong></p>



<p>A entrega da nova dupla aconteceu durante a XI Gala da Associação Beira Aguieira de Apoio ao Deficiente Visual, realizada em Caldas de Penacova. O momento simboliza muito mais do que uma conquista individual: representa uma mudança importante na forma como Portugal encara o acesso precoce a <a href="https://dogsonweb.com/dia-internacional-do-cao-guia/">cães-guia</a> para jovens com deficiência visual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Primeiro cão-guia para uma menor em Portugal marca nova etapa na inclusão</h2>



<p>Desde 1999, a Escola de Cães-Guia para Cegos, sediada em Mortágua, já formou mais de 300 duplas em Portugal. No entanto, até agora, todos os cães-guia tinham sido atribuídos exclusivamente a adultos.</p>



<p>O caso de Gabriela inaugura uma nova fase, demonstrando que também os adolescentes podem beneficiar deste apoio especializado, desde que exista preparação adequada e acompanhamento contínuo.</p>



<p>A atribuição de um cão-guia a um menor exige um processo mais complexo do que o habitual. Não se trata apenas de ensinar o animal a orientar o utilizador. É necessário garantir que o cão se adapta ao ambiente escolar, à dinâmica familiar, às rotinas sociais e às necessidades específicas de uma pessoa ainda em fase de crescimento e desenvolvimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Formação internacional tornou este momento possível</h2>



<p>Para concretizar este projeto pioneiro, a associação portuguesa contou com a colaboração da Fondation Frédéric Gaillanne, uma fundação francesa reconhecida internacionalmente pela formação de cães-guia para crianças e adolescentes cegos.</p>



<p>Antes de receber Vintage, a menor Gabriela participou em várias etapas de preparação em França, incluindo avaliações práticas e testes de autonomia. O objetivo passou por confirmar que a jovem tinha capacidade para assumir as responsabilidades associadas à convivência diária com um cão-guia.</p>



<p>Só depois dessa fase avançou a formação da dupla, num trabalho conjunto pensado para criar confiança, comunicação e adaptação mútua.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Muito mais do que mobilidade: os benefícios de um cão-guia</h2>



<p>Os cães-guia desempenham um papel essencial na vida das pessoas cegas ou com baixa visão. Além de facilitarem a mobilidade e a orientação, contribuem para aumentar a independência, a autoconfiança e a integração social.</p>



<p>No caso de menores, o impacto pode ser ainda mais profundo. A presença de um cão-guia ajuda a reduzir barreiras emocionais, melhora a participação em atividades escolares e sociais e promove uma sensação de segurança constante.</p>



<p>Para a menor, Vintage representa precisamente isso: uma nova forma de viver o quotidiano com mais liberdade e autonomia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um passo importante para o futuro dos jovens com deficiência visual</h2>



<p>Este momento histórico poderá abrir portas a outras famílias e jovens portugueses que aguardam soluções de mobilidade mais inclusivas e adaptadas às suas necessidades.</p>



<p>A atribuição do primeiro cão-guia a uma menor demonstra que Portugal está a evoluir no apoio à deficiência visual e na promoção de uma sociedade mais acessível e inclusiva.</p>



<p>Ao mesmo tempo, reforça a importância do trabalho desenvolvido pelas entidades responsáveis pela formação de cães-guia, cuja missão continua a transformar vidas através da criação de ligações únicas entre pessoas e animais.</p>



<p><em>Fonte: <a href="https://www.diariocoimbra.pt/2026/05/08/gabriela-e-vintage-a-primeira-dupla-cao-guia-de-jovem-menor/" target="_blank" rel="noopener">Diário Coimbra</a></em></p>
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		<title>Cães-guia mudam vidas em Portugal, mas continuam inacessíveis para muitos invisuais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cães-guia]]></category>
		<category><![CDATA[invisuais]]></category>
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					<description><![CDATA[Os cães-guia continuam a transformar profundamente a vida de pessoas cegas ou com visão reduzida em Portugal. Mais do que simples companheiros, representam autonomia, inclusão, segurança e liberdade no dia a dia. No entanto, apesar da importância destes animais, o acesso continua longe de ser uma realidade para todos os que deles necessitam. No Dia [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Os cães-guia continuam a transformar profundamente a vida de pessoas cegas ou com visão reduzida em Portugal. Mais do que simples companheiros, representam autonomia, inclusão, segurança e liberdade no dia a dia. No entanto, apesar da importância destes animais, o acesso continua longe de ser uma realidade para todos os que deles necessitam.</strong></p>



<p>No <a href="https://dogsonweb.com/dia-internacional-do-cao-guia/">Dia Internacional do Cão-Guia</a>, voltou a ganhar destaque a necessidade de reforçar o apoio, a formação e a disponibilidade destes animais em Portugal, num contexto em que dezenas de pessoas permanecem em lista de espera.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um cão-guia pode devolver independência e qualidade de vida</h2>



<p>Para quem vive com limitações visuais severas, um cão-guia representa muito mais do que apoio na mobilidade. Estes animais tornam-se parceiros permanentes, capazes de facilitar deslocações, melhorar a integração social e aumentar significativamente a confiança dos utilizadores.</p>



<p>A ligação criada entre tutor e cão acaba muitas vezes por ir além da orientação física. Com treino especializado e convivência diária, os cães conseguem adaptar-se às necessidades específicas de cada pessoa, ajudando inclusivamente em situações de vulnerabilidade emocional ou problemas de saúde adicionais.</p>



<p>Em muitos casos, o impacto traduz-se numa mudança profunda na qualidade de vida, permitindo maior independência nas tarefas quotidianas, no trabalho, nos estudos e na vida social.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O treino rigoroso dos cães-guia exige anos de preparação</h2>



<p>A formação de um cão-guia é um processo longo, complexo e altamente especializado. Desde cedo, os animais passam por várias fases de treino comportamental, socialização e aprendizagem de comandos específicos ligados à mobilidade urbana e à segurança.</p>



<p>Os labradores continuam a ser uma das raças mais utilizadas devido à inteligência, equilíbrio emocional e facilidade de adaptação, embora também sejam usados golden retrievers e cruzamentos entre ambas as raças.</p>



<p>Durante o treino, os cães aprendem a identificar obstáculos, atravessar ruas em segurança, desviar-se de perigos e interpretar diferentes contextos urbanos, sempre em estreita articulação com o futuro utilizador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A procura por cães-guia continua superior à capacidade de resposta</h2>



<p>Apesar da importância destes animais, o acesso continua limitado em Portugal. Atualmente, existem dezenas de pessoas em lista de espera para receber um cão-guia, num processo que pode demorar entre um ano e meio e dois anos após a inscrição.</p>



<p>A realidade torna-se ainda mais desafiante devido à exigência do processo de seleção, que avalia não apenas as necessidades da pessoa invisual, mas também as condições para receber, acompanhar e cuidar do animal.</p>



<p>A escassez de treinadores especializados e os elevados custos associados à formação dos cães continuam a ser alguns dos principais obstáculos à expansão deste apoio em Portugal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Discriminação e falta de acessibilidade ainda persistem</h2>



<p>Apesar da legislação portuguesa permitir o acesso dos cães-guia a espaços públicos e privados de uso coletivo, continuam a existir situações de discriminação em restaurantes, transportes públicos e estabelecimentos comerciais.</p>



<p>Muitas pessoas cegas são ainda confrontadas com recusas de entrada ou desconhecimento da lei, obrigando frequentemente à intervenção das autoridades para garantir os seus direitos.</p>



<p>Ao mesmo tempo, persistem problemas relacionados com acessibilidade urbana, falta de adaptação dos espaços públicos e barreiras que dificultam a mobilidade autónoma das pessoas com deficiência visual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Novos projetos querem aumentar o acesso a cães-guia em Portugal</h2>



<p>Nos últimos anos, têm surgido novas iniciativas para melhorar o acesso a cães-guia e reduzir os tempos de espera. Entre os projetos em desenvolvimento estão parcerias internacionais destinadas a permitir a entrega destes animais a jovens com deficiência visual ainda durante a adolescência.</p>



<p>O objetivo passa por promover uma integração mais precoce, aumentando a autonomia e facilitando a adaptação ao longo do crescimento.</p>



<p>Ao mesmo tempo, cresce também a sensibilização pública para o papel fundamental dos cães-guia e para a necessidade de criar uma sociedade mais inclusiva, acessível e preparada para acolher quem depende destes animais no quotidiano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais do que mobilidade, os cães-guia representam liberdade</h2>



<p>Para milhares de pessoas cegas ou com baixa visão, os cães-guia não são apenas apoio técnico. São confiança, independência e uma ponte para uma vida mais autónoma.</p>



<p>Num país onde o número de animais de companhia cresce todos os anos e a consciência sobre inclusão aumenta progressivamente, o desafio passa agora por garantir que este apoio deixa de ser um privilégio acessível a poucos e se torna uma resposta verdadeiramente disponível para quem dela precisa.</p>



<p><em>Fonte: <a href="https://omirante.pt/" target="_blank" rel="noopener">O Mirante</a></em></p>
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		<title>Licença para urgência veterinária? O debate que está a ganhar força entre os tutores de animais em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[licença]]></category>
		<category><![CDATA[urgências veterinárias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os animais de companhia ocupam hoje um lugar central na vida de milhões de famílias portuguesas. São vistos como membros do agregado familiar, companheiros diários e presença emocional constante. No entanto, quando surge uma urgência veterinária durante o horário de trabalho, muitos tutores continuam sem qualquer proteção legal que lhes permita acompanhar o animal sem [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Os animais de companhia ocupam hoje um lugar central na vida de milhões de famílias portuguesas. São vistos como membros do agregado familiar, companheiros diários e presença emocional constante. No entanto, quando surge uma urgência veterinária durante o horário de trabalho, muitos tutores continuam sem qualquer proteção legal que lhes permita acompanhar o animal sem colocar em causa as suas responsabilidades profissionais.</strong></p>



<p>A discussão sobre a criação de licenças laborais específicas para situações <a href="https://dogsonweb.com/saude-mental-dos-veterinarios/">veterinárias </a>urgentes começa agora a ganhar força em vários países europeus — e Portugal poderá estar perante um debate inevitável nos próximos anos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O aumento dos animais de companhia está a mudar as necessidades das famílias</h2>



<p>Portugal conta atualmente com milhões de animais de companhia registados, numa realidade que transformou profundamente a relação entre pessoas e animais. Ao mesmo tempo, o número de clínicas e hospitais veterinários continua a crescer, acompanhando uma procura cada vez maior por cuidados médicos especializados.</p>



<p>Com esta mudança social, surgem também novos desafios no equilíbrio entre vida profissional e responsabilidades familiares relacionadas com os animais e casos de urgência veterinária.</p>



<p>Cirurgias urgentes, internamentos, tratamentos oncológicos ou situações clínicas graves obrigam frequentemente os tutores a deslocações inesperadas durante o horário laboral, criando dilemas difíceis de gerir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Itália já debate licenças para cuidar de animais em situações críticas</h2>



<p>Em alguns países europeus, o tema já começou a avançar para o debate político e legislativo. Itália é um dos exemplos mais recentes, ao discutir a possibilidade de criar licenças específicas para permitir que os cuidadores acompanhem os seus animais em momentos de especial gravidade clínica.</p>



<p>Estas medidas destinam-se sobretudo a situações complexas de urgência veterinária, como intervenções cirúrgicas, tratamentos prolongados, doenças oncológicas ou períodos de internamento hospitalar.</p>



<p>O objetivo passa por reconhecer que, em muitos casos, a presença do tutor pode ser essencial para a tomada de decisões rápidas e para o acompanhamento do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Oncologia veterinária evidencia os desafios dos horários rígidos</h2>



<p>Uma das áreas onde esta necessidade se torna mais evidente a urgência veterinária é a oncologia. Os tratamentos contra o cancro em animais exigem acompanhamento contínuo, consultas regulares, exames frequentes e uma participação ativa dos cuidadores ao longo de várias semanas ou meses.</p>



<p>Ao contrário do que muitas pessoas ainda pensam, os tratamentos oncológicos veterinários evoluíram significativamente nos últimos anos, permitindo prolongar a esperança de vida dos animais sem comprometer o seu bem-estar.</p>



<p>No entanto, este acompanhamento contínuo torna-se difícil de conciliar com horários de trabalho rígidos, especialmente quando as consultas ou tratamentos acontecem em contexto hospitalar e durante o período laboral.</p>



<p>Além disso, cada caso clínico exige uma abordagem personalizada, ajustada não só às necessidades médicas do animal, mas também à realidade da família que o acompanha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A legislação laboral poderá adaptar-se a esta nova realidade?</h2>



<p>O crescimento deste debate sobre a licença para urgência veterinária levanta uma questão importante: deve a legislação laboral acompanhar a evolução da relação entre pessoas e animais de companhia?</p>



<p>Para muitos especialistas e tutores, faz sentido criar mecanismos específicos para responder a situações excecionais relacionadas com urgências veterinárias graves, sobretudo numa sociedade onde os animais assumem um papel emocional cada vez mais relevante.</p>



<p>A eventual criação de licenças específicas poderia enquadrar-se em instrumentos já existentes no Código do Trabalho, funcionando de forma limitada e sujeita a critérios rigorosos, aplicáveis apenas a cenários de especial complexidade clínica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bem-estar animal e saúde emocional dos tutores estão cada vez mais ligados</h2>



<p>A verdade é que o impacto emocional associado à doença de um animal de companhia, como uma urgência veterinária, é hoje amplamente reconhecido. O stress, a ansiedade e a pressão de gerir simultaneamente uma emergência veterinária e obrigações profissionais afetam milhares de famílias.</p>



<p>À medida que cresce a consciência sobre bem-estar animal e saúde mental, aumenta também a necessidade de encontrar soluções mais humanas, equilibradas e adaptadas às novas dinâmicas familiares.</p>



<p>O debate ainda está numa fase inicial em Portugal, mas tudo indica que esta será uma das grandes discussões futuras na relação entre trabalho, saúde emocional e proteção animal.</p>



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