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	<title>Reino Unido &#8211; Dogs on Web</title>
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	<title>Reino Unido &#8211; Dogs on Web</title>
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		<title>Reqs, o patudo bombeiro que já apagou mais de 500 incêndios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 16:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Reqs é um patudo bombeiro do Reino Unido, sendo o cão bombeiro mais antigo do país e já conta com mais de 500 incêndios apagados. Este Labrador Retriever esteve ao serviço do corpo de Bombeiros e Salvamento de Hertfordshire durante 11 ano, e recebeu agora a 42ª medalha da Ordem de Mérito da PDSA (People&#8217;s [&#8230;]]]></description>
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<p>Reqs é um patudo bombeiro do Reino Unido, sendo o cão bombeiro mais antigo do país e já conta com mais de 500 incêndios apagados. Este Labrador Retriever esteve ao serviço do corpo de Bombeiros e Salvamento de Hertfordshire durante 11 ano, e recebeu agora a 42ª medalha da Ordem de Mérito da PDSA (People&#8217;s Dispensary for Sick Animals).</p>



<p>O patudo bombeiro assistiu a mais de 500 incêndios tendo <a href="https://dogsonweb.com/wilson-o-cao-que-ajudou-a-localizar-as-criancas-na-colombia-continua-desaparecido/">ajudado </a>em diversas investigações antes de se reformar. Foi aí que fez par com a sua tratadora, a comandante Nikki Harvey. Segundo a comandante, “Resume de forma magnífica todo o trabalho que tem feito ao longo dos anos e estamos extremamente orgulhosos disso&#8221;.</p>



<p>A diretora-geral de PDSA, Jan Mcloughlin, acrescenta ainda à Sky News, &#8220;as capacidades excecionais de Reqs vão muito além de uma companhia normal, o que faz um verdadeiro merecedor deste prémio. A sua extraordinária devoção ao dever e ao serviço à sociedade foi demonstrada vezes sem conta ao longo da sua longa carreira&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="960" height="640" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2023/12/mw-960-1.webp" alt="Chama-se Reqs, é um patudo bombeiro que já apagou mais de 500 incêndios" class="wp-image-7112" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2023/12/mw-960-1.webp 960w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2023/12/mw-960-1-300x200.webp 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2023/12/mw-960-1-768x512.webp 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2023/12/mw-960-1-696x464.webp 696w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://sicnoticias.pt/" target="_blank" rel="noopener">Sic Notícias</a></figcaption></figure>
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		<title>Cão viciado em álcool torna-se o primeiro a receber tratamento num abrigo britânico</title>
		<link>https://dogsonweb.com/cao-viciado-em-alcool-torna-se-o-primeiro-a-receber-tratamento-num-abrigo-britanico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2023 17:06:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Coco, um labrador castanho, de 2 anos, foi o primeiro cão no mundo a ser tratado por dependência alcoólica, no caso por uma equipa de resgate do Reino Unido. O caso aconteceu na cidade inglesa de Plymouth e foi divulgado na semana passada pelo grupo de resgate animal da associação Woodside Animal Rescue Trust, no [&#8230;]]]></description>
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<p>Coco, um labrador castanho, de 2 anos, foi o primeiro cão no mundo a ser tratado por dependência alcoólica, no caso por uma equipa de resgate do Reino Unido.</p>



<p>O caso aconteceu na cidade inglesa de Plymouth e foi divulgado na semana passada pelo grupo de resgate animal da associação Woodside Animal Rescue Trust, no Facebook.</p>



<p>De acordo com a associação, Coco foi levado para o abrigo acompanhado de outro cão após a morte do seu antigo dono. Consta que este se esquecia de bebidas alcoólicas em locais de fácil acesso para os animais, tendo sido assim que Coco se viciou. </p>



<p>Quando chegaram ao abrigo, ambos os animais pareciam estar indispostos. &#8220;Felizmente, um veterinário estava no local na altura e conseguiu tratá-los de emergência, mas infelizmente o amigo de &#8216;Coco&#8217; faleceu, apesar dos nossos melhores esforços&#8221;, lê-se na <a href="https://www.facebook.com/photo?fbid=605591941604645&amp;set=a.371486651681843" target="_blank" rel="noopener">publicação</a> da instituição. &#8220;Coco continuou gravemente doente e precisou de cuidados 24 horas por dia. Ficou claro que ele sofria de sintomas que apontavam para a abstinência alcoólica&#8221;, continuou.</p>



<p>O cão conseguiu recuperar, mas ficou internado quatro semanas para evitar qualquer sinal de abstinência ou piora no quadro clínico. &#8220;Coco está connosco há mais de um mês, tendo necessitado de cuidados intensivos desde que chegou. A sua história é trágica e evidencia o quão importante é a nossa unidade de cuidados especiais&#8221;, realçou ainda a Woodside Animal Rescue Trust.</p>



<p>Após o intenso acompanhamento, Coco está agora sem medicação e a começar a agir como um cão normal, apesar de ainda não estar pronto para a adoção. &#8220;Embora fisicamente pareça ter se recuperado, mentalmente ele ainda fica muito ansioso, às vezes&#8221;, denotou a associação.</p>



<p>A Woodside Animal Rescue Trust rematou reforçando o número de mortes associadas a cães que sofrem deste problema: &#8220;Ninguém conhece as especificidades sobre como estes cães se tornaram alcoólicos, mas sabemos que sem os nossos cuidados o Coco provavelmente não teria sobrevivido&#8221;.<br></p>



<p></p>



<p><strong>Foto:</strong> Woodside Animal Rescue Trust / Facebook</p>
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		<title>Scruff, o cão ecologista que em 2022 reciclou mais de um milhar de garrafas de plástico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 15:45:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fixação por garrafas de plástico? Preocupações ambientais (parece difícil)? A verdade é que Scruff, um Border Collie de 13 anos, demonstra uma enorme apetência para descobrir garrafas de plástico deixadas ao abandono. Tal acontece sempre que sai à rua, ajudando assim, a proteger o tão ameaçado ambiente. O jogo do “busca” era já um hábito [&#8230;]]]></description>
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<p>Fixação por garrafas de plástico? Preocupações ambientais (parece difícil)? A verdade é que Scruff, um Border Collie de 13 anos, demonstra uma enorme apetência para descobrir garrafas de plástico deixadas ao abandono. Tal acontece sempre que sai à rua, ajudando assim, a proteger o tão ameaçado ambiente.</p>



<p>O jogo do “busca” era já um hábito para o cão sénior. Os seus tutores, Yvonne Faulkner-Grant e David Grant, um casal inglês de Nuneaton — cidade no centro de Inglaterra — já haviam sido aconselhados pelo médico veterinário de Scruff a não o fazerem com paus de madeira, para não criar feridas na boca do animal, tal a sua obsessão com este divertimento — característica especialmente própria de raças como esta.</p>



<p>Assim, trocaram os paus pelas garrafas, talvez pela diferença, mais cómoda ao dente, entre a madeira e o plástico. “Ele via uma garrafa que alguém tinha deitado fora, e ia buscá-la, brincar com ela e depois deixá-la”, conta a dona, Yvonne, em declarações citadas pelo jornal norte-americano ‘<a href="https://www.washingtonpost.com/lifestyle/2022/12/19/dog-plastic-bottles-recycle-litter/" target="_blank" rel="noopener">The Washington Post</a>‘. “Nós incentivámo-lo e ele ia procurar outra, mas começámos a sentir-nos mal por abandonar garrafas. Mesmo não sendo nossas, estávamos a fazer lixo”, salienta o marido, David.</p>



<p>Então, a partir daí, começaram a recolher todas as garrafas abocanhadas por Scruff ao longo do tempo. Desde o início do ano passado que têm contado as suas descobertas engarrafadas, tendo estas no final de 2022 ultrapassado os mil exemplares guardados para reciclagem.&nbsp;</p>



<p>A contagem vai sendo atualizada nas <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=1369200979" target="_blank" rel="noopener">redes sociais</a> do casal, que parece ter encontrado uma forma de combater a poluição. <br></p>



<p></p>



<p><strong>Foto:</strong> David Grant (Facebook)</p>
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		<title>Na Escócia, um cão que sofre de rara doença ocular, usa óculos de sol e volta a ter vida normal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Mar 2023 17:59:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma rara doença ocular quase cegou Gus, um cão que agora já pode voltar a aproveitar a vida e passear ao ar livre depois de os donos terem encontrado os &#8216;doggles&#8216; &#8211; uns óculos para cães que protegem contra os raios UV. A dona, Chloe Godliman, contou ao Daily Record que viu uma mancha no [&#8230;]]]></description>
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<p>Uma rara doença ocular quase cegou Gus, um cão que agora já pode voltar a aproveitar a vida e passear ao ar livre depois de os donos terem encontrado os &#8216;<a href="https://www.facebook.com/photo?fbid=1191755565554844&amp;set=pcb.3155112728114110" target="_blank" rel="noopener">doggles</a>&#8216; &#8211; uns óculos para cães que protegem contra os raios UV.</p>



<p>A dona, Chloe Godliman, contou ao <a href="https://www.dailyrecord.co.uk/" target="_blank" rel="noopener">Daily Record</a> que viu uma mancha no canto do olho esquerdo do animal pela primeira vez no verão de 2021.</p>



<p>Na ocasião, ela e o marido Joe &#8211; a viver na Escócia &#8211; levaram Gus ao veterinário para encontrar respostas e ficaram arrasados ao descobrir a doença incurável do animal.</p>



<p>Gus sofre de Pannus, uma doença que afeta a córnea do olho e piora quando o animal é exposto à luz solar. Se não for tratada, pode causar cegueira.</p>



<p>Após o diagnóstico, Chloe decidiu pesquisar sobre esta patologia e foi aí que descobriu que a <a href="https://www.rexspecs.com/" target="_blank" rel="noopener">Rex Specs</a> vendia óculos seguros para cães com proteção UV, bloqueando 99,9% dos raios nocivos. &#8220;Ele é um membro da família, então livrar-nos dele nunca seria uma opção&#8221;, explicou.&nbsp;</p>



<p>Os doggles foram, assim, a salvação para Gus, uma vez que, sem eles, o cão seria forçado a ficar dentro de casa para o resto da vida.</p>



<p>&#8220;Os óculos são incríveis. Graças a eles, a doença não piorou e ele pode desfrutar de estar ao ar livre&#8221;, salientou a dona.<br></p>



<p></p>



<p><strong>Foto:</strong> Chloe Godliman / Facebook</p>
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		<title>Charlie, o &#8220;cão mais solitário de Inglaterra&#8221;, aguarda adoção há 500 dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 18:00:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Charlie]]></category>
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		<category><![CDATA[Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals]]></category>
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					<description><![CDATA[Charlie, de nove anos, é descrito como o “cão mais solitário” de Inglaterra. Apesar de tímido, este rafeiro é “especial” e o favorito da equipa do canil de Brent Knoll, no Reino Unido, membro da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals, onde reside desde setembro de 2021.&#160; Há 500 dias que este [&#8230;]]]></description>
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<p>Charlie, de nove anos, é descrito como o “cão mais solitário” de Inglaterra. Apesar de tímido, este rafeiro é “especial” e o favorito da equipa do canil de Brent Knoll, no Reino Unido, membro da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals, onde reside desde setembro de 2021.&nbsp;</p>



<p>Há 500 dias que este cão aguarda pela sua “casa para sempre&#8221;, e a equipa não entende porquê. “Ele adora a vida no canil e junta-se à equipa todos os dias para uma pausa para chá. No entanto, por muito que adoremos Charlie, não gostaríamos de nada mais do que vê-lo numa nova maravilhosa casa”, disse Andy Cook, funcionário da instituição, ao Express.</p>



<p>O responsável afirmou ainda, bastante espantado, que, naquele local, “ninguém consegue entender porque é que ele ainda não foi adotado”, manifestando esperança “que alguém dê a este lindo cão a segunda oportunidade que merece”.</p>



<p>Segundo o mesmo meio, Charlie residia numa casa onde imperava a violência doméstica, pelo que se poderá mostrar apreensivo com desconhecidos, especialmente homens. No entanto, depois de se familiarizar, adora o contacto humano.</p>



<p>A sua ‘<a href="https://www.rspca.org.uk/local/north-somerset-branch/findapet/details/CHARLIE/BSA2117678/rehome" target="_blank" rel="noopener">casa ideal</a>’ seria constituída por adultos ou crianças mais velhas. Deverá ter também um dono capaz de construir a sua confiança e de controlar as suas ansiedades. </p>



<p>De facto, Charlie fica ansioso ao pé de outros cães, pelo que prefere fazer a sua vida longe deles. Adora brincar, correr e rebolar no chão com os seus brinquedos, mas também aprecia uns bons miminhos no sofá, de acordo com o canil.</p>



<p></p>



<p><strong>Foto:</strong> Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals</p>
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		<title>Quando um encontrão de um cão salvou a vida a uma enfermeira. Aconteceu em Leeds (Inglaterra)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2023 18:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma consulta normal em que um Labrador tinha dado um encontrão no peito de Angie Shaw (coisa que por vezes acontece aos enfermeiros veterinários), transformou-se numa grande mudança na sua vida.&#160; A britânica, enfermeira há 11 anos e que atualmente desempenha funções na clínica Beechwood Vets, em Leeds, apercebeu-se de um pequeno inchaço quando foi [&#8230;]]]></description>
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<p>Uma consulta normal em que um Labrador tinha dado um encontrão no peito de Angie Shaw (coisa que por vezes acontece aos enfermeiros veterinários), transformou-se numa grande mudança na sua vida.&nbsp;</p>



<p>A britânica, enfermeira há 11 anos e que atualmente desempenha funções na clínica Beechwood Vets, em Leeds, apercebeu-se de um pequeno inchaço quando foi ao médico. </p>



<p>Porém, este inchaço veio a revelar-se bastante diferente dos restantes que já tinha tido como resultado da sua profissão. A durabilidade do problema e o aumento das dores por ele provocadas levou-a a fazer exames e, quando recebeu o resultado destes, o seu mundo desabou.</p>



<p>Angie Shaw tinha um tumor em estadio III a crescer-lhe na mama: “Achava que era um quisto. Quando me disseram que tinha que ser operada, passar pela quimioterapia e depois radioterapia, o meu mundo caiu”, confessou a enfermeira veterinária.</p>



<p>Apesar de “o inchaço inicial ter sido uma coincidência, e de não ter nada a ver com o cancro, se o cão não me tivesse dado um encontrão, o tumor não tinha aparecido durante nove ou dez meses”, devido ao local onde se encontrava. </p>



<p>Nessa altura, Angie já não conseguiria receber um tratamento que assegurasse a sua sobrevivência, visto que o tumor ter-se-ia propagado para outras partes do corpo, conforme disseram os seus médicos.</p>



<p>Felizmente, a enfermeira conseguiu ser operada apenas 13 dias depois do seu diagnóstico. Aí, o seu tumor já tinha crescido mais dois milímetros desde a sua descoberta. Agora, restam-lhe seis rondas de quimioterapia, que podem durar até 18 semanas, para poder dizer que está a vencer a luta contra o cancro.</p>



<p>Angie tem apenas a agradecer ao Labrador que lhe detetou a doença: “Teria sido tarde demais. O cão salvou-me a vida”. Se o animal agiu daquela forma por instinto ou por revolta contra os cuidados médicos que estava a receber, Angie não sabe. Mas é-lhe eternamente grata pelo que fez por ela.</p>



<p></p>



<p><strong>Foto:</strong> SWNS</p>
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		<title>Casal britânico adota cães idosos que vinham sendo ignorados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 17:59:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dogs Trust]]></category>
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		<category><![CDATA[The Mirror]]></category>
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					<description><![CDATA[Se somarmos ambas as idades, Sheba e Teddy prefazem um total de 34 anos, o que lhes estava a tirar a esperança de voltar a ter um dono. E, de facto, os dois animais, abrigados no centro Dogs Trust, em Evesham, no Reino Unido, vinham sendo ignorados por vários potenciais donos devido à sua idade. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se somarmos ambas as idades, Sheba e Teddy prefazem um total de 34 anos, o que lhes estava a tirar a esperança de voltar a ter um dono. E, de facto, os dois animais, abrigados no centro Dogs Trust, em Evesham, no Reino Unido, vinham sendo ignorados por vários potenciais donos devido à sua idade.</p>



<p>Porém, no último fim de semana, uma voluntária chegou-se à frente e resgatou o par de arraçados de Border Collie, tendo levado estes para o centro na região de Worcestershire, no centro de <em>Terras de Sua Majestade</em>. Tudo isto depois de o seu dono ter morrido, subitamente, em novembro de 2022.</p>



<p>Segundo o jornal <a href="https://www.mirror.co.uk/" target="_blank" rel="noopener">The Mirror</a> o par é o mais velho de sempre a ser resgatado pelo centro de acolhimento para animais. A sua sorte mudou quando uma das voluntárias do local, Sue Lewis, decidiu ajudar Sheba e Teddy.</p>



<p>&#8220;Voluntariei-me para passear cães no centro de Evesham em setembro do ano passado, depois de ter ficado com um enorme buraco na minha vida após perder o meu último cão, Muttley, no ano passado. O meu marido não estava pronto para acolher outro animal, portanto decidi contornar isso com o voluntariado&#8221;, explicou Sue ao tablóide inglês. </p>



<p>A mulher conta que se apaixonou logo pelos dois cães depois de um passeio com eles, acabando por acolhê-los, sendo que outra voluntária lembrou o facto de cães mais velhos serem muitas vezes ignorados devido à sua idade.</p>



<p>Através do Facebook, o centro <a href="https://www.dogstrust.org.uk/" target="_blank" rel="noopener">Dogs Trust</a> conta ainda que Sheba e Teddy &#8220;assentaram incrivelmente bem&#8221; na nova casa com Sue Lewis e, ao The Mirror, o gerente, Chris Slight, mostrou-se aliviado pelos “canídeos reformados”.</p>



<p>&#8220;Estávamos todos ansiosos que eles encontrassem uma casa juntos &#8211; o que estava a ser difícil por causa da sua idade e porque estávamos à procura de um dono que adotasse dois cães. Felizmente, a Sue apaixonou-se por eles e foi um final feliz para toda a gente&#8221;, realçou Slight.</p>



<p>O gerente frisou que os cães mais velhos não deixam de ser bons animais de estimação, embora as pessoas mostrem maior relutância em adotá-los por não durarem tantos anos.</p>



<p>&#8220;Os cães mais velhos muitas vezes não precisam de tanto exercício e, apesar de terem menos energia, os canídeos &#8216;seniores&#8217; podem ser tão divertidos e brincalhões como os mais novos&#8221;. Além disso, estes animais mais idosos já estarão, à partida, treinados para se adaptarem a um ambiente doméstico.</p>



<p></p>



<p><strong>Foto:</strong> Facebook/Dogs Trust</p>
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		<title>Veterinária britânica alerta para os perigos de dormir com o seu cão no inverno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 17:50:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dormir com o seu cão durante o inverno pode trazer riscos para si e para o seu amigo de quatro patas, segundo declarações de uma veterinária, Katy Alexander, ao jornal britânico The Telegraph. As relações próximas que se estabelecem entre donos e tutores, levam a que estes durmam juntos, principalmente nos períodos mais frios do [&#8230;]]]></description>
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<p>Dormir com o seu cão durante o inverno pode trazer riscos para si e para o seu amigo de quatro patas, segundo declarações de uma veterinária, Katy Alexander, ao jornal britânico <a href="https://www.telegraph.co.uk/news/2022/12/17/why-shouldnt-snuggle-dog-covers-winter-nights/" target="_blank" rel="noopener">The Telegraph</a>.</p>



<p>As relações próximas que se estabelecem entre donos e tutores, levam a que estes durmam juntos, principalmente nos períodos mais frios do inverno. </p>



<p>Então, uma das preocupações que podem surgir daí é o sobreaquecimento. Isto é, frequentemente, devido ao frio, os cães procuram o aconchego dos lençóis quentes da sua cama. No entanto, se usar cobertores e edredons grossos, alguns cães podem ter dificuldades em sair da cama se estiverem com muito calor.</p>



<p>“Cães muito pequenos, filhotes, cães idosos e cães com artrite ou outros problemas de mobilidade podem ter dificuldade para encontrar uma saída segura se estiverem a ficar com muito calor”, afirmou a especialista.</p>



<p>Além de cobertores pesados, Katy alerta ainda para os cobertores elétricos, que podem causar queimaduras e cujo fio elétrico representa um perigo se for mastigado.</p>



<p>Dormir com o seu cão pode igualmente afetar a qualidade do seu sono: um estudo de 2020 concluiu que este hábito aumentava o movimento das pessoas durante a noite.</p>
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		<title>Mulher britânica abandona encontro com homem por este não gostar de cães</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 12:40:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Rachel Humphreys, uma mulher inglesa de 28 anos, partilhou o &#8220;desastroso primeiro encontro&#8221; que teve com um homem, que foi assim por…ele não gostar de cães.&#160; Tal levou-a a abandonar o &#8220;date&#8221;, visto Rachel se recusar a namorar homens que não sejam amantes de animais, como disse ao jornal britânico Mirror. Neste sentido, ela própria [&#8230;]]]></description>
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<p>Rachel Humphreys, uma mulher inglesa de 28 anos, partilhou o &#8220;desastroso primeiro encontro&#8221; que teve com um homem, que foi assim por…ele não gostar de cães.&nbsp;</p>



<p>Tal levou-a a abandonar o &#8220;date&#8221;, visto Rachel se recusar a namorar homens que não sejam amantes de animais, como disse ao jornal britânico <strong>Mirror</strong>. Neste sentido, ela própria tem dois cães &#8211; Tilly e Autumn -, que diz estarem &#8220;sempre em primeiro lugar&#8221;.</p>



<p>Desta forma, assumiu ao jornal que &#8220;não conseguiria viver sem os seus amados cães&#8221;, acreditando que estes &#8220;são como crianças&#8221;, pois precisam de amor e atenção constantes.</p>



<p>Rachel afirmou que antes do &#8220;desastroso encontro estava bastante nervosa&#8221;, mas depois de se encontrar com o homem num bar e de &#8220;desfrutar de alguns cocktails, a conversa começou a fluir&#8221;.</p>



<p>Quando a mulher pegou no telemóvel para ver as horas e certificar-se de que não perdia o comboio para casa, o homem viu uma fotografia dos cães de Rachel no ecrã. Então, a mulher disse que era dona de dois cães, Tilly, de nove anos, e Autumn, um cão resgatado, de oito anos.</p>



<p>&#8220;Foi então que ele começou uma grande discussão sobre o quanto não suporta cães resgatados e que não compreende como é que algumas pessoas não compram cachorros, ainda bebés, para que os possam treinar&#8221;, contou Rachel ao Mirror.</p>



<p>&#8220;Ele [o homem] disse que os cães resgatados são perigosos, imprevisíveis, e que, na maioria das vezes, nem sequer são bonitos!&#8221;, acrescentou a mulher.</p>



<p>Por fim, Rachel disse ter ficado completamente desolada e ofendida com o discurso do homem que acabava de conhecer: &#8220;Eu disse-lhe que não somos, de forma alguma, compatíveis e que ele precisa de aprender mais sobre cães. E acabei por apanhar o comboio mais cedo&#8221;.</p>
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		<title>Há 15 anos a treinar cães-guia, casal britânico pretende inspirar mais pessoas a fazer o mesmo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2023 12:58:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amigo de Quatro Patas]]></category>
		<category><![CDATA[Cães-guia]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde há 15 anos que um casal residente em Wiltshire, Inglaterra, treina cães-guia em sua própria casa. No total, já treinaram mais de 20 animais, querendo inspirar mais pessoas a seguir o mesmo caminho. Em declarações à ITV News na última semana, Janice afirmou adorar tomar conta dos animais, salientando que é gratificante a sensação [&#8230;]]]></description>
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<p>Desde há 15 anos que um casal residente em Wiltshire, Inglaterra, treina cães-guia em sua própria casa. No total, já treinaram mais de 20 animais, querendo inspirar mais pessoas a seguir o mesmo caminho.</p>



<p>Em <a href="https://www.itv.com/news/westcountry/2023-01-13/meet-the-couple-training-guide-dog-puppies-in-wiltshire" target="_blank" rel="noopener">declarações</a> à <strong><em>ITV News</em></strong> na última semana, Janice afirmou adorar tomar conta dos animais, salientando que é gratificante a sensação de &#8220;ter cachorrinhos e treiná-los para que possam seguir em frente e se tornarem transformadores de vida&#8221;.</p>



<p>&#8220;É também um desafio para mim conseguir que estas pequenas bolas de pelo sejam capazes de guiar e ser úteis quando se tornarem um cão guia&#8221;, completou.</p>



<p>Já George, o companheiro, deu nota do seu orgulho em cuidar dos cães: &#8220;Acolhe-se aquele cachorrinho pequeno e vê-se como se desenvolve e cresce&#8221;.</p>



<p>&#8220;A parte mais difícil são as primeiras seis semanas &#8211; isso é um trabalho duro&#8221;, contou, sublinhando, no entanto que &#8220;depois, de repente, são aqueles últimos dias, a última noite, o último passeio &#8211; e, por fim, vão para a escola &#8211; e custa vê-los partir assim&#8221;.</p>



<p>Na escola que os cães-guia frequentam, são-lhes ensinadas aptidões especiais, vitais para ajudar a manter as pessoas com deficiência visual a salvo dos perigos diários. Antes de poderem ser entregues a um novo dono, os cães passam aí 20 semanas. </p>



<p>Atualmente, mais de 200 pessoas em Inglaterra esperam por um cão-guia, o que prova a necessidade de haver mais cuidadores como George e Janice.</p>
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