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	<title>Czar &#8211; Dogs on Web</title>
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		<title>Czar, o cão que voltou a casa quase cinco anos após ter sido roubado no Cacém</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tiago Correia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 17:58:31 +0000</pubDate>
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<p>Na última terça-feira, 8 de novembro, era anunciada no Facebook uma notícia bombástica: “Parem a internet, o Czar foi encontrado agora pela PSP de Queluz”, afirmava a publicação da dona, Maria Inês Abreu Peixoto, complementada com smiles de grande alegria.</p>



<p>Consequentemente, houve grande euforia e rejubilo entre os amigos de Inês e muitos foram os comentários de parabéns, agora que a família de quatro patas foi toda recuperada e se recompôs.</p>



<p>A história remonta a 2018, quando a casa de Inês, em Agualva-Cacém, concelho de Sintra, foi assaltada. Além de muitos bens, levaram os seus dois cães, a Cacau e o Czar. “Ter uma casa invadida é uma sensação de que fomos violados, remexidos. Quem já passou por isso saberá a névoa que passa, o medo, os pensamentos que passam pela cabeça”, contou Inês no Facebook.</p>



<p>A dona refere ainda que “tirar um cão de uma família é cruel. Vil. Seguiu-se uma intensa procura por pistas, seguidas de noites e dias à procura dos cães, a chamá-los nas ruas onde pensávamos que estivessem, hoje sei que não estavam longe. Saía do trabalho a correr sempre que alguém ligava com a mínima hipótese de ter visto alguma coisa”,</p>



<p>“Em 2020 recebi uma chamada da PSP a dizer que o caso seria arquivado e que, nestas situações, é raro encontrar os cães. Não desisti logo, mas o dia a dia frenético faz-nos aceitar”, prosseguiu Inês no post publicado a 16 de fevereiro deste ano, o mesmo dia em que partilhou que tinha recuperado a Cacau.</p>



<p>Inês diz ter recebido um telefonema da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Sintra a informar que tinham <a href="https://pit.nit.pt/familia/cacau-regresso-casa-quatro-anos" target="_blank" rel="noopener">encontrado</a> a sua patuda.&nbsp;</p>



<p>“Saí a correr, cheguei ao local e eles avisaram-me que a cadela não estava em muito bom estado, tinha estado presa ali muito tempo, nem tampouco vinha ter com eles. Chamei-a, veio devagarinho, era a minha Cacau! Cheirou-me e ao meu filho e desatou a saltar para cima de nós e a abanar a cauda, frenética. A felicidade! Lembrava-se de nós perfeitamente. Os cães são bichos especiais, de facto”.</p>



<p>Nessa altura, estava ciente de que o caminho a percorrer tinha de ser feito com muita calma. “As feridas são visíveis, mas também há as que não se veem, e essas requerem mais amor e paciência. Mas é a Cacau de sempre, dócil, leal e tonta”.</p>



<p>A cadela tem agora sete anos, mas tudo aquilo por que terá passado deixou-a com traumas. A médica veterinária pensa que foi utilizada para reprodução. Mas não só: tem os dentes serrados, um sinal de que poderá ter sido usada em lutas de cães.</p>



<p>O animal agora recuperado, uma mix de weimaraner e bullmastiff, reconheceu toda a família e percebeu que estava de novo em segurança. “Ela continua a mesma cadela dócil, sempre atrás de nós”, realçou Inês.</p>



<p>Nessa altura, a GNR reabriu o processo e disse à dona que estava ativamente à procura do Czar. Tinha sido através de uma denúncia que se chegou à Cacau e o facto de ter microchip permitiu a sua identificação e levou-a de regresso à sua família.&nbsp;</p>



<p>Uma família muito feliz com o reencontro e que ansiava pelo mesmo final para o Czar. Esse dia chegou ontem. </p>



<p></p>



<p>Foto: ines.peixoto no Instagram</p>
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