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	<title>cães &#8211; Dogs on Web</title>
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	<description>Notícias Caninas Diariamente</description>
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	<title>cães &#8211; Dogs on Web</title>
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		<title>Sinais podem indicar alergias na primavera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alergias]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da primavera, muitos cães começam a apresentar sinais que os tutores tendem a desvalorizar. Lamber constantemente as patas, esfregar o focinho no chão, coçar-se com frequência ou abanar repetidamente a cabeça são comportamentos comuns nesta altura do ano — mas podem esconder um problema mais sério. O aumento da exposição a pólen, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Com a chegada da primavera, muitos cães começam a apresentar sinais que os tutores tendem a desvalorizar. Lamber constantemente as patas, esfregar o focinho no chão, coçar-se com frequência ou abanar repetidamente a cabeça são comportamentos comuns nesta altura do ano — mas podem esconder um problema mais sério.</strong></p>



<p>O aumento da exposição a pólen, fungos, ácaros e picadas de insetos faz da <a href="https://dogsonweb.com/passeios-de-primavera-com-o-seu-cao/">primavera</a> uma das épocas mais críticas para o aparecimento de alergias nos animais de companhia. E quando os sintomas não são identificados atempadamente, o desconforto pode evoluir rapidamente para problemas dermatológicos mais graves.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alergias na primavera afetam cada vez mais cães</h2>



<p>As alergias cutâneas, especialmente a dermatite atópica, estão entre os problemas dermatológicos mais frequentes em cães. Esta condição inflamatória está associada a uma resposta exagerada do organismo a alergénios ambientais e provoca um sintoma muito característico: a comichão persistente.</p>



<p>Apesar de muitos tutores considerarem normal o cão coçar-se ocasionalmente, o prurido constante nunca deve ser ignorado.</p>



<p>O problema é que os sinais começam, muitas vezes, de forma discreta. Um cão que lambe as patas “de vez em quando” ou esfrega o focinho após os passeios pode estar já a desenvolver uma reação alérgica que tende a agravar-se com o tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sinais de alerta que muitos tutores ignoram</h2>



<p>As alergias não se manifestam apenas através da comichão. Existem vários sinais que podem indicar um problema dermatológico e que passam frequentemente despercebidos.</p>



<p>Entre os sintomas mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lamber excessivamente as patas;</li>



<li>Esfregar o focinho no chão ou nos móveis;</li>



<li>Vermelhidão e irritação na pele;</li>



<li>Queda de pelo localizada;</li>



<li>Feridas provocadas pelo ato de coçar;</li>



<li>Otites frequentes;</li>



<li>Inflamação ou desconforto nos ouvidos;</li>



<li>Abanar constante da cabeça.</li>
</ul>



<p>Quando estes comportamentos se tornam frequentes, o animal pode acabar por provocar lesões na própria pele, aumentando o risco de infeções secundárias causadas por bactérias ou fungos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Algumas raças têm maior predisposição para alergias</h2>



<p>Embora qualquer cão possa desenvolver dermatite atópica, existem raças com maior predisposição genética para este tipo de problema.</p>



<p>Bulldog Inglês, Bouledogue Francês, Labrador Retriever, Golden Retriever, Boxer, Pastor Alemão, Sharpei, Chow Chow, Dálmata, Setter e vários Terriers estão entre os cães mais vulneráveis às alergias ambientais.</p>



<p>Ainda assim, a doença pode surgir em qualquer animal, independentemente da raça ou idade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alergias podem afetar o comportamento e o bem-estar emocional</h2>



<p>O impacto das alergias vai muito além da pele. A comichão constante e o desconforto diário afetam diretamente o comportamento do cão, podendo provocar irritabilidade, stress e alterações emocionais.</p>



<p>Muitos animais tornam-se mais inquietos, ansiosos ou até apáticos devido ao desconforto persistente.</p>



<p>Nos casos mais avançados, surgem alterações cutâneas visíveis, como pele mais espessa, escurecida, crostas ou zonas sem pelo, sinais que indicam uma inflamação prolongada e mais difícil de controlar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A deteção precoce faz toda a diferença</h2>



<p>O papel do tutor é fundamental na identificação precoce destes sinais. Observar alterações no comportamento, na pele ou na frequência com que o cão se coça pode ajudar a evitar complicações futuras.</p>



<p>Quanto mais cedo o problema for acompanhado, maior a probabilidade de controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do animal.</p>



<p>Quando os sinais persistem, o mais importante é procurar acompanhamento médico-veterinário para identificar a origem da alergia e definir um tratamento adequado às necessidades específicas do cão.</p>



<p>Na primavera, a atenção aos pequenos sinais pode fazer toda a diferença no conforto, saúde e bem-estar dos animais de companhia.</p>
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		<title>Eventos desportivos e bem-estar animal: denúncias apontam para o abates em massa de cães em Marrocos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Feb 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[abates]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[eventos desportivos]]></category>
		<category><![CDATA[marrocos]]></category>
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					<description><![CDATA[A realização de grandes eventos desportivos internacionais em Marrocos tem vindo a gerar uma onda crescente de preocupação entre organizações de defesa animal e observadores internacionais. Investigações recentes indicam que a preparação para competições de grande visibilidade poderá estar associada à eliminação em larga escala de cães vadios, levantando sérias questões éticas, de saúde pública [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>A realização de grandes eventos desportivos internacionais em Marrocos tem vindo a gerar uma onda crescente de preocupação entre organizações de defesa animal e observadores internacionais. Investigações recentes indicam que a preparação para competições de grande visibilidade poderá estar associada à eliminação em larga escala de cães vadios, levantando sérias questões éticas, de saúde pública e de responsabilidade institucional.</strong></p>



<p>Sempre que o país se prepara para acolher eventos desportivos de grande dimensão, como torneios continentais de futebol, surgem relatos consistentes de operações de captura de cães errantes em várias cidades anfitriãs. Estes animais são retirados das ruas de forma sistemática e, segundo múltiplas denúncias, muitos acabam mortos através de métodos considerados extremamente violentos.</p>



<p>As ações ocorrem sobretudo nos meses que antecedem os eventos desportivos, com o objetivo de apresentar centros urbanos “limpos” aos olhos de atletas, equipas técnicas e turistas internacionais. Em várias regiões, residentes relatam o desaparecimento súbito de cães comunitários, alguns dos quais esterilizados e acompanhados por associações locais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Abates de cães associados à “limpeza” urbana</h3>



<p>Estimativas avançadas por <a href="https://dogsonweb.com/categoria/dog-friendly/eventos/">organizações</a> internacionais de proteção animal apontam para números alarmantes, com relatos que sugerem que milhões de cães poderão ter sido mortos ao longo de diferentes períodos associados a eventos desportivos. As denúncias incluem práticas como envenenamento, fome forçada, fuzilamento e incineração, muitas vezes fora de qualquer enquadramento sanitário ou legal transparente.</p>



<p>Para além do impacto direto nos animais, estas situações têm gerado medo entre as populações locais, com relatos de crianças expostas a cenas traumáticas e preocupações relacionadas com a segurança pública.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Abates não resolvem problemas de saúde pública</h3>



<p>Especialistas em saúde animal e entidades internacionais alertam que o abate indiscriminado de cães vadios não é uma solução eficaz para problemas como a raiva. Pelo contrário, este tipo de prática tende a agravar a situação, criando um chamado “efeito de vácuo”: a eliminação de parte da população canina abre espaço para a entrada de novos animais não vacinados nem esterilizados, aumentando o risco de propagação da doença.</p>



<p>Programas sustentáveis baseados na captura, esterilização, vacinação e devolução à rua são amplamente reconhecidos como a abordagem mais eficaz e ética para o controlo populacional e a proteção da saúde pública.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Leis contraditórias e criminalização da compaixão</h3>



<p>Apesar da existência de legislação que, em teoria, visa proteger os animais vadios contra maus-tratos, persistem contradições legais que penalizam quem tenta ajudar. Em alguns casos, alimentar, tratar ou abrigar cães de rua pode resultar em multas ou mesmo penas de prisão, o que dificulta a atuação de cidadãos e voluntários empenhados na proteção animal.</p>



<p>Esta dualidade legislativa tem sido alvo de críticas, uma vez que enfraquece iniciativas comunitárias e dificulta a implementação de soluções humanitárias de longo prazo.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O papel das entidades internacionais</h3>



<p>A realização de eventos desportivos globais implica responsabilidades que vão além da infraestrutura e da logística. Organizações internacionais ligadas ao desporto têm sido pressionadas a assumir um papel mais ativo na defesa do bem-estar animal, exigindo garantias claras de que práticas cruéis não são toleradas nos países anfitriões.</p>



<p>Com grandes eventos desportivos no horizonte, incluindo eventos de escala mundial, cresce a expectativa de que sejam adotados compromissos firmes, mecanismos de fiscalização independentes e medidas preventivas que evitem a repetição de situações denunciadas.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma questão ética que não pode ser ignorada</h3>



<p>O desporto tem o poder de unir países e comunidades, mas também deve refletir valores de respeito, responsabilidade e humanidade. As denúncias relacionadas com o abate de cães em Marrocos e eventos desportivos colocam o bem-estar animal no centro do debate internacional e reforçam a necessidade de soluções sustentáveis, transparentes e éticas.</p>



<p>Ignorar estas questões compromete não apenas a proteção dos animais, mas também a credibilidade dos eventos e das instituições envolvidas. Garantir que o progresso e a visibilidade internacional não são construídos à custa do sofrimento animal é um desafio que exige ação, vigilância e compromisso global.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="702" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/02/greyscale-shot-tired-homeless-cute-dog-sleeping-street-afternoon-1024x702.jpg" alt="Eventos desportivos e bem-estar animal: denúncias apontam para o abates em massa de cães em Marrocos" class="wp-image-21479" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/02/greyscale-shot-tired-homeless-cute-dog-sleeping-street-afternoon-1024x702.jpg 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/02/greyscale-shot-tired-homeless-cute-dog-sleeping-street-afternoon-300x206.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/02/greyscale-shot-tired-homeless-cute-dog-sleeping-street-afternoon-768x527.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/02/greyscale-shot-tired-homeless-cute-dog-sleeping-street-afternoon-1536x1053.jpg 1536w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/02/greyscale-shot-tired-homeless-cute-dog-sleeping-street-afternoon-2048x1405.jpg 2048w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/02/greyscale-shot-tired-homeless-cute-dog-sleeping-street-afternoon-218x150.jpg 218w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/02/greyscale-shot-tired-homeless-cute-dog-sleeping-street-afternoon-696x477.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/02/greyscale-shot-tired-homeless-cute-dog-sleeping-street-afternoon-1068x733.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/02/greyscale-shot-tired-homeless-cute-dog-sleeping-street-afternoon-1920x1317.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://pt.euronews.com/" target="_blank" rel="noopener">Euronews</a></figcaption></figure>
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		<title>Terapia com cães em hospitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[hospitais]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[A presença de um cão pode mudar tudo — especialmente num ambiente hospitalar. Em Portugal, a terapia assistida por cães tem vindo a ganhar um papel cada vez mais relevante no apoio emocional a crianças hospitalizadas e a pessoas em situação de vulnerabilidade, ajudando a tornar momentos difíceis mais humanos, leves e positivos. Quando um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A presença de um cão pode mudar tudo — especialmente num ambiente hospitalar. Em Portugal, a terapia assistida por cães tem vindo a ganhar um papel cada vez mais relevante no apoio emocional a crianças hospitalizadas e a pessoas em situação de vulnerabilidade, ajudando a tornar momentos difíceis mais humanos, leves e positivos.</strong></p>



<p>Quando um cão entra numa enfermaria pediátrica, o ambiente transforma-se quase instantaneamente. O nervosismo diminui, os sorrisos surgem e a ansiedade dá lugar à tranquilidade. Este efeito não é coincidência: a terapia assistida por cães é reconhecida por reduzir o stresse, melhorar o humor e estimular a interação social, contribuindo para o bem-estar emocional durante períodos de doença ou recuperação.</p>



<p>Estas sessões são especialmente importantes para crianças <a href="https://dogsonweb.com/o-hospital-onde-caes-podem-visitar-os-seus-donos/">hospitalizadas</a>, que muitas vezes enfrentam medo, dor e isolamento. O contacto com os cães cria um momento de normalidade, conforto e alegria, ajudando-as a lidar melhor com a experiência hospitalar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um trabalho contínuo em hospitais de todo o país</h3>



<p>Em Portugal, dezenas de hospitais contam regularmente com sessões de terapia assistida por cães, alcançando milhares de crianças e adultos todos os anos. Para além do impacto direto nos pacientes, estas intervenções beneficiam também familiares e profissionais de saúde, criando ambientes mais positivos e colaborativos.</p>



<p>Os cães envolvidos são cuidadosamente treinados e acompanhados por profissionais especializados, garantindo que cada visita é segura, adequada e adaptada às necessidades específicas de cada pessoa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Muito mais do que visitas hospitalares</h3>



<p>A intervenção assistida por animais vai além dos hospitais. Em Portugal, existem programas dedicados à formação de cães de assistência para apoiar pessoas com autismo, surdez, doenças neuromusculares e perturbações mentais. Estes cães desempenham um papel fundamental na promoção da autonomia, da inclusão social e da qualidade de vida.</p>



<p>O acompanhamento regular, aliado ao treino especializado, permite que cada cão desenvolva competências ajustadas à realidade de quem apoia, criando uma ligação única entre humano e animal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O papel do apoio empresarial e social</h3>



<p>O crescimento e a continuidade destes projetos dependem fortemente do apoio de entidades que acreditam no impacto positivo da ligação entre humanos e animais. Programas de responsabilidade social focados no bem-estar animal, na adopção responsável e na prevenção do abandono têm sido essenciais para levar estas iniciativas a mais pessoas e instituições.</p>



<p>Ao investir em projetos de intervenção assistida por animais, estas parcerias contribuem diretamente para melhorar vidas, reforçando a importância do cuidado emocional no processo de recuperação.</p>



<p>A terapia assistida por cães é hoje uma ferramenta poderosa na humanização dos cuidados de saúde. Em cada visita, os cães levam conforto, esperança e alegria a quem mais precisa, provando que, muitas vezes, a melhor terapia tem quatro patas e um rabo a abanar.</p>



<p>Num país onde o bem-estar emocional ganha cada vez mais relevância, estes patudos continuam a deixar uma marca profunda — uma pegada de empatia, carinho e transformação. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="1001" height="667" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/12/cachorro-no-saco-de-feijao-azul-1.jpg" alt="Terapia com cães em hospitais" class="wp-image-21361" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/12/cachorro-no-saco-de-feijao-azul-1.jpg 1001w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/12/cachorro-no-saco-de-feijao-azul-1-300x200.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/12/cachorro-no-saco-de-feijao-azul-1-768x512.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/12/cachorro-no-saco-de-feijao-azul-1-696x464.jpg 696w" sizes="(max-width: 1001px) 100vw, 1001px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Sapo</a></figcaption></figure>
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		<title>Alergia em Cães: Como a nutrição clínica pode transformar a vida do seu animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 14:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alergia]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[dia internacional da alergia crónica]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição clínica]]></category>
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					<description><![CDATA[O Dia Internacional da Alergia Crónica, celebrado a 3 de dezembro, volta a destacar um problema que afeta milhares de cães e gatos: as alergias e intolerâncias alimentares. Estas condições, muitas vezes complexas de diagnosticar e gerir, têm vindo a ganhar maior atenção na medicina veterinária — e a nutrição clínica assume um papel central [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>O Dia Internacional da Alergia Crónica, celebrado a 3 de dezembro, volta a destacar um problema que afeta milhares de cães e gatos: as alergias e intolerâncias alimentares. Estas condições, muitas vezes complexas de diagnosticar e gerir, têm vindo a ganhar maior atenção na medicina veterinária — e a nutrição clínica assume um papel central na melhoria da qualidade de vida dos animais afetados.</strong></p>



<p>É neste contexto que a <strong><a href="https://www.royalcanin.com/pt" target="_blank" rel="noopener">ROYAL CANIN®</a></strong> reforça a importância das dietas formuladas especificamente para apoiar o diagnóstico e o controlo das alergias alimentares, sublinhando o impacto positivo da sua gama <strong>Hypoallergenic</strong>, tanto em cães como em gatos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nutrição hipoalergénica: um apoio essencial no diagnóstico e tratamento</strong></h2>



<p>As alergias alimentares podem manifestar-se através de problemas dermatológicos, complicações digestivas ou reações adversas persistentes. Para ajudar os veterinários e tutores a identificar e controlar estas situações, as dietas hipoalergénicas desempenham um papel determinante.</p>



<p>A gama <strong><a href="https://dogsonweb.com/royal-canin/">ROYAL CANIN</a>® Hypoallergenic</strong> foi desenvolvida para animais adultos com alergias ou intolerâncias alimentares, utilizando <strong>proteínas hidrolisadas</strong> — fragmentadas em partículas tão pequenas que têm menor probabilidade de desencadear uma resposta alérgica.</p>



<p>Além disso, estas fórmulas combinam nutrientes que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reforçam a barreira natural da pele</li>



<li>Contribuem para a manutenção da saúde digestiva</li>



<li>Promovem o equilíbrio da flora intestinal</li>



<li>Fornecem EPA e DHA, ácidos gordos essenciais para o bem-estar cutâneo e gastrointestinal</li>
</ul>



<p>As dietas estão disponíveis em formato seco e também em alimento húmido com textura suave, permitindo adaptar a alimentação às preferências de cada animal.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Snacks compatíveis: recompensas que não comprometem a dieta</strong></h2>



<p>Um dos grandes desafios para tutores de animais com alergias alimentares é encontrar snacks que não interrompam ou anulem o efeito da dieta terapêutica. Para responder a essa necessidade, a marca desenvolveu <strong>ROYAL CANIN® Hypoallergenic Treats</strong>, ideais para cães a partir dos 6 meses.</p>



<p>Estes snacks:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Utilizam proteína hidrolisada, diminuindo o risco de reação alérgica</li>



<li>Incluem vitamina B12</li>



<li>Podem ser dados sem comprometer a eficácia da dieta principal</li>
</ul>



<p>Ainda assim, é importante respeitar as recomendações de dose diária indicadas na embalagem.</p>



<p>Todas as dietas e snacks Hypoallergenic devem ser utilizados <strong>exclusivamente sob orientação veterinária</strong>. A mudança para uma nova alimentação deve ser feita de forma gradual, ao longo de 7 a 10 dias, respeitando sempre as doses diárias recomendadas — especialmente quando se combinam alimentos secos e húmidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nutrição que faz a diferença na vida dos animais com alergias</strong></h2>



<p>O Dia Internacional da Alergia Crónica relembra a importância de reconhecer cedo os sinais de intolerância alimentar e de oferecer aos animais uma abordagem integrada que combina diagnóstico adequado, nutrição especializada e acompanhamento contínuo.</p>



<p>Com soluções nutricionais baseadas em ciência, a <strong>ROYAL CANIN®</strong> reafirma o seu compromisso em apoiar veterinários e tutores na gestão eficaz das alergias em cães e gatos, promovendo uma vida mais confortável, equilibrada e saudável para todos os patudos que convivem com estas sensibilidades.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="475" height="672" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/12/Royal-Canin_HA_Caes2.png" alt="Alergias em Cães e Gatos: Como a nutrição clínica pode transformar a vida do seu animal" class="wp-image-21292" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/12/Royal-Canin_HA_Caes2.png 475w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/12/Royal-Canin_HA_Caes2-212x300.png 212w" sizes="(max-width: 475px) 100vw, 475px" /></figure>
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		<title>Captura, Esterilização e Devolução de cães: por que a proposta levanta preocupações e que alternativas existem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Nov 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[captura]]></category>
		<category><![CDATA[ced]]></category>
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					<description><![CDATA[A discussão sobre o futuro da gestão de animais errantes voltou a ganhar destaque após várias propostas políticas sugerirem o alargamento dos programas de Captura, Esterilização e Devolução (CED) também aos cães. Embora este modelo seja amplamente aplicado em colónias de gatos, a comunidade médico-veterinária alerta que aplicar a mesma estratégia a cães pode representar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A discussão sobre o futuro da gestão de animais errantes voltou a ganhar destaque após várias propostas políticas sugerirem o alargamento dos programas de Captura, Esterilização e Devolução (CED) também aos cães. Embora este modelo seja amplamente aplicado em colónias de gatos, a comunidade médico-veterinária alerta que aplicar a mesma estratégia a cães pode representar riscos sérios para a saúde pública e para a segurança das populações.</strong></p>



<p>O programa <strong>Captura, Esterilização e Devolução</strong> foi criado para controlar de forma ética e eficaz as colónias de gatos de rua. A captura, esterilização e devolução permite reduzir gradualmente o número de animais, diminuir comportamentos indesejados associados ao cio e minimizar conflitos com moradores e autarquias.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Porque é que muitos especialistas rejeitam alargar o CED aos cães?</strong></h3>



<p>A principal preocupação prende-se com o facto de cães que vivem na via pública apresentarem riscos muito mais elevados do que os gatos. Um cão errante pode provocar acidentes de viação, atacar outros animais ou mesmo pessoas, ou gerar situações de insegurança em espaços públicos.</p>



<p>Além disso, especialistas referem que aplicar o <strong>Captura, Esterilização e Devolução</strong> aos cães é uma solução tecnicamente inadequada e desajustada à sua natureza social e comportamental. A devolução de cães esterilizados ao mesmo território pode normalizar o abandono, agravar conflitos e comprometer o trabalho que os Centros de Recolha Oficial têm desenvolvido nos últimos anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Debate político aceso: propostas e controvérsias</strong></h3>



<p>A discussão intensificou-se com propostas apresentadas para o Orçamento do Estado, defendendo que todos os <a href="https://dogsonweb.com/portugal-enfrenta-desafio-do-abandono-animal-censo-revela-realidade-preocupante/">animais errantes</a> — incluindo cães — fossem integrados no <strong>Captura, Esterilização e Devolução</strong>. Surgiram também outras iniciativas políticas com a intenção de aplicar o modelo a cães assilvestrados.</p>



<p>Estas ideias dividiram opiniões:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Profissionais médico-veterinários</strong> alertam para riscos graves e consideram a medida precipitada.</li>



<li><strong>Associações de proteção animal</strong> reconhecem que podem existir situações em que o CED é impossível de aplicar a cães devido ao seu potencial agressivo, mas defendem que cada caso deve ser avaliado individualmente.</li>



<li>Existe ainda o argumento de que os centros de recolha não têm capacidade para acolher todos os cães abandonados, o que dificulta abordagens generalistas.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Alternativas defendidas para proteger animais e comunidades</strong></h3>



<p>Especialistas e organizações de proteção animal partilham a visão de que é necessário abordar o problema com estratégia e responsabilidade, promovendo políticas que atuem na origem do problema do abandono. Entre as soluções apresentadas destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reforço da <strong>detenção responsável</strong>, sensibilizando tutores para a importância da identificação, esterilização e cuidados contínuos.</li>



<li><strong>Regulação da reprodução</strong> de animais de companhia, evitando ninhadas acidentais e oferta descontrolada.</li>



<li><strong>Controlo das vendas online</strong>, dificultando o comércio informal e reduzindo o número de animais adquiridos sem informação adequada.</li>



<li>Implementação de respostas ajustadas a diferentes territórios e tipos de populações errantes.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Um tema que exige equilíbrio e responsabilidade</strong></h3>



<p>O futuro da gestão de cães errantes em Portugal depende de soluções ponderadas, multidisciplinares e baseadas em evidência científica. Mais do que medidas rápidas, o país precisa de estratégias duradouras que protejam animais, comunidades e municípios, garantindo segurança pública sem comprometer o bem-estar dos patudos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/11/sand-3313511_1280-1024x576.jpg" alt="Captura, Esterilização e Devolução de cães: por que a proposta levanta preocupações e que alternativas existem?" class="wp-image-21247" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/11/sand-3313511_1280-1024x576.jpg 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/11/sand-3313511_1280-300x169.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/11/sand-3313511_1280-768x432.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/11/sand-3313511_1280-696x392.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/11/sand-3313511_1280-1068x601.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/11/sand-3313511_1280.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://www.publico.pt/" target="_blank" rel="noopener">Público</a></figcaption></figure>
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		<title>Águas paradas e cães: o perigo escondido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Nov 2025 17:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[águas paradas]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[parasitas]]></category>
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					<description><![CDATA[Com as chuvas intensas que têm marcado o país nas últimas semanas, multiplicam-se as poças e zonas de águas paradas — um cenário comum no outono e inverno portugueses, mas que traz riscos sérios para os animais de estimação, especialmente para os cães. Embora para eles “água seja sempre água”, permitir que bebam destas fontes [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Com as chuvas intensas que têm marcado o país nas últimas semanas, multiplicam-se as poças e zonas de águas paradas — um cenário comum no outono e inverno portugueses, mas que traz riscos sérios para os animais de estimação, especialmente para os cães.</strong></p>



<p><strong><br></strong>Embora para eles “água seja sempre água”, permitir que bebam destas fontes improvisadas pode representar um perigo real.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque é que as águas paradas são tão perigosas para os cães?</strong></h2>



<p>As águas acumuladas no solo, passeios ou jardins parecem inofensivas, mas são um ambiente perfeito para a proliferação de <strong>bactérias, parasitas e outros microrganismos perigosos</strong>.<br>A <strong><a href="https://provedoriadosanimais.lisboa.pt/" target="_blank" rel="noopener">Provedoria dos Animais de Lisboa</a></strong> alerta que a ingestão destas águas pode expor os cães a agentes patogénicos presentes no ambiente.</p>



<p>Entre os <a href="https://dogsonweb.com/categoria/blog/dicas/">riscos</a> mais comuns encontram-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Bactérias nocivas</strong>, como leptospira (transmissora da leptospirose)</li>



<li><strong>Parasitas gastrointestinais</strong></li>



<li><strong>Vírus e fungos</strong> que prosperam em águas sujas</li>



<li><strong>Substâncias tóxicas</strong> provenientes de solos contaminados ou resíduos urbanos</li>
</ul>



<p>O problema agrava-se quando os cães, movidos pela curiosidade ou sede, bebem diretamente destas poças sem qualquer noção do perigo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como prevenir? Cuidados simples que fazem toda a diferença</strong></h2>



<p>A prevenção é simples e deve fazer parte da rotina de qualquer tutor responsável, sobretudo em períodos de chuva.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Leve sempre água consigo durante os passeios</strong></h3>



<p>Transportar uma garrafa de água e uma pequena dobra para o animal beber elimina a tentação de recorrer às águas paradas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. Evite zonas onde se formam frequentemente poças</strong></h3>



<p>Procure caminhos limpos e secos sempre que possível.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Esteja atento ao comportamento do seu cão</strong></h3>



<p>Os cães tentam beber rapidamente quando têm sede. Antecipe esse impulso mantendo o animal hidratado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Reforce a vacinação recomendada pelo veterinário</strong></h3>



<p>Algumas doenças transmitidas por águas contaminadas, como a leptospirose, podem ser prevenidas através de vacinação adequada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E se o seu cão ingerir água parada?</strong></h2>



<p>Em caso de acidente ou dúvida, o mais importante é <strong>não esperar pelos sintomas</strong>.<br>Contacte de imediato um veterinário. Quanto mais cedo for feita a avaliação, maior a probabilidade de evitar complicações sérias.</p>



<p>Sinais de alerta que justificam atenção urgente:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vómitos ou diarreia</li>



<li>Falta de apetite</li>



<li>Letargia</li>



<li>Febre</li>



<li>Aumento da sede ou da frequência urinária</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Proteja o seu cão: pequenas ações, grandes resultados</strong></h2>



<p>Num país onde as chuvas intensas são frequentes, garantir a segurança dos animais durante os passeios é essencial.<br>Com simples cuidados de prevenção e atenção redobrada, consegue evitar riscos e manter o seu companheiro de quatro patas saudável e protegido.</p>



<p><strong>Evite águas paradas — a segurança do seu cão depende disso.</strong></p>
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		<title>11 Hábitos estranhos dos cães que afinal são totalmente normais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Sep 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[hábitos estranhos dos cães]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem tem um cão já se habituou a ver comportamentos que parecem bizarros ou até divertidos. Desde perseguirem o próprio rabo até rodopiarem antes de dormir, muitos destes hábitos levantam dúvidas nos tutores. No entanto, a verdade é que a maioria destes hábitos têm explicações naturais e fazem parte do comportamento canino normal. Especialistas veterinários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Quem tem um cão já se habituou a ver comportamentos que parecem bizarros ou até divertidos. Desde perseguirem o próprio rabo até rodopiarem antes de dormir, muitos destes hábitos levantam dúvidas nos tutores. No entanto, a verdade é que a maioria destes hábitos têm explicações naturais e fazem parte do comportamento canino normal.</strong></p>



<p>Especialistas veterinários explicam alguns dos hábitos mais estranhos — mas perfeitamente normais — dos nossos fiéis companheiros.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cheirar a parte de trás de outros cães</strong></h3>



<p>Este <a href="https://dogsonweb.com/obesidade-canina/">comportamento </a>é comparável a um aperto de mão. É uma forma de <strong>cumprimento social</strong>, que permite aos cães recolher informações sobre o outro através do olfato.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Lamber as próprias partes íntimas</strong></h4>



<p>Embora possa parecer embaraçoso para os donos, trata-se de uma questão de <strong>higiene natural</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Perseguir o próprio rabo</strong></h4>



<p>Pode ser pura diversão e gasto de energia, mas também pode indicar <strong>irritação, parasitas ou dor</strong>. Convém estar atento à frequência.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cavar buracos</strong></h4>



<p>Um instinto herdado dos antepassados, que usavam esta técnica para <strong>esconder comida ou procurar presas</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Dar “coices” após defecar</strong></h4>



<p>Contrariamente ao que se pensa, não é para enterrar as fezes, mas sim para <strong>espalhar o cheiro</strong> e marcar território.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Rodopiar antes de se deitar</strong></h4>



<p>Remonta ao tempo em que os cães eram selvagens, como forma de <strong>preparar o local para descansar</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Ter espasmos durante o sono</strong></h4>



<p>Movimentos involuntários que sugerem que o cão está a <strong>sonhar</strong> — muitas vezes a correr ou caçar no mundo onírico.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>uivar</strong></h4>



<p>Associado ao lobo, o uivo continua presente em algumas raças, funcionando como <strong>forma de comunicação</strong>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Esconder brinquedos</strong></h4>



<p>Um comportamento inato de <strong>acumulação e proteção dos recursos</strong>, que pode também refletir stress.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pedir festas na barriga</strong></h4>



<p>Quando o cão mostra a barriga, demonstra <strong>confiança total</strong> no tutor, já que se coloca numa posição vulnerável.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Perseguir sombras</strong></h4>



<p>A visão canina é altamente sensível ao movimento. Por isso, sombras ou reflexos despertam o seu <strong>instinto de caça</strong>.</p>



<p>O que parece estranho para nós é, muitas vezes, parte do <strong>comportamento natural dos cães</strong>. Observar e compreender estes hábitos é fundamental para reforçar a relação com o seu patudo e garantir que está tudo bem com a sua saúde e bem-estar.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/09/retrato-de-cachorro-fofo-em-um-estudio-1-683x1024.jpg" alt="11 Hábitos estranhos dos cães que afinal são totalmente normais" class="wp-image-20965" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/09/retrato-de-cachorro-fofo-em-um-estudio-1-683x1024.jpg 683w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/09/retrato-de-cachorro-fofo-em-um-estudio-1-200x300.jpg 200w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/09/retrato-de-cachorro-fofo-em-um-estudio-1-768x1152.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/09/retrato-de-cachorro-fofo-em-um-estudio-1-1024x1536.jpg 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/09/retrato-de-cachorro-fofo-em-um-estudio-1-1365x2048.jpg 1365w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/09/retrato-de-cachorro-fofo-em-um-estudio-1-696x1044.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/09/retrato-de-cachorro-fofo-em-um-estudio-1-1068x1602.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/09/retrato-de-cachorro-fofo-em-um-estudio-1-1920x2880.jpg 1920w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/09/retrato-de-cachorro-fofo-em-um-estudio-1-scaled.jpg 1707w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://www.noticiasaominuto.com/" target="_blank" rel="noopener">Notícias ao Minuto</a></figcaption></figure>
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		<title>Como o frio afeta os cães: descubra quais são os mais sensíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Amigo de Quatro Patas]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[Cão]]></category>
		<category><![CDATA[Dog Friendly]]></category>
		<category><![CDATA[frio]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pet Friendly]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[temperaturas baixas]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando o inverno chega e as temperaturas descem, é importante estar atento ao bem-estar do seu cão. Embora muitos animais tenham uma capacidade natural de se adaptar ao frio, a tolerância varia significativamente entre as raças, tamanhos e outros fatores individuais. Neste artigo, explicamos quais os cães que sofrem mais com o frio e o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Quando o inverno chega e as temperaturas descem, é importante estar atento ao bem-estar do seu cão. Embora muitos animais tenham uma capacidade natural de se adaptar ao frio, a tolerância varia significativamente entre as raças, tamanhos e outros fatores individuais.</strong></p>



<p>Neste artigo, explicamos quais os cães que sofrem mais com o <a href="https://dogsonweb.com/como-ajudar-os-patudos-no-frio/">frio </a>e o que pode fazer para proteger o seu melhor amigo.</p>



<p>Nem todos os cães estão igualmente equipados para enfrentar temperaturas baixas. Raças adaptadas a climas árticos, como os Huskies Siberianos ou Malamutes do Alasca, possuem pelagens densas e duplas que os mantêm confortáveis até mesmo em temperaturas negativas. Em contraste, raças com pelo curto e fino, como os Galgos Espanhóis ou Pit Bull Terriers Americanos, são muito mais suscetíveis ao frio e podem entrar em hipotermia rapidamente.</p>



<p>Além disso, o tamanho também desempenha um papel importante:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cães pequenos e médios</strong>, como os Chihuahuas ou os Jack Russells, perdem calor corporal mais rapidamente devido à sua menor massa.</li>



<li><strong>Cães grandes e pesados</strong>, como os São Bernardos ou Terra Nova, têm maior resistência ao frio graças ao tamanho e à camada extra de gordura que ajuda a manter a temperatura corporal.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Outros fatores que afetam a tolerância ao frio</strong></h3>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Tipo de pelagem:</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pelagem dupla e espessa:</strong> Oferece uma excelente barreira contra o frio, como no caso dos Samoiedas ou Akitas.</li>



<li><strong>Pelagem curta ou fina:</strong> Não fornece isolamento suficiente, deixando cães como os Galgos vulneráveis.</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Peso corporal:</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cães magros:</strong> Perdem calor rapidamente, tornando-se mais suscetíveis ao frio.</li>



<li><strong>Cães obesos:</strong> Apesar de terem mais gordura corporal, a obesidade não traz benefícios térmicos e representa um risco à saúde.</li>
</ul>
</li>



<li><strong>Idade e saúde:</strong>
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Cachorros e cães idosos:</strong> Têm maior dificuldade em regular a temperatura corporal.</li>



<li><strong>Doenças crónicas:</strong> Animais com problemas como artrite ou doenças cardíacas podem sentir mais desconforto no frio.</li>
</ul>
</li>
</ol>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quando o frio se torna perigoso?</strong></h3>



<p>De acordo com a <strong>Universidade de Tufts</strong>, a tolerância ao frio em cães depende da temperatura externa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Até 7°C:</strong> A maioria dos cães tolera bem, mas raças pequenas ou de pelo fino podem começar a sentir desconforto.</li>



<li><strong>Abaixo de 0°C:</strong> O frio torna-se perigoso para cães médios e pequenos, e mesmo os de grande porte podem começar a sentir os efeitos.</li>



<li><strong>A partir de -4°C:</strong> É considerado perigoso para todos os cães, com risco de hipotermia ou congelamento.</li>



<li><strong>-15°C ou menos:</strong> Todos os cães estão em risco elevado e não devem ser expostos sem proteção.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como proteger o seu cão do frio?</strong></h3>



<p>Se o seu cão apresenta baixa tolerância ao frio ou vive num clima rigoroso, siga estas dicas para mantê-lo confortável:</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Roupas de inverno:</strong> Use casacos ou camisolas adequados ao tamanho e tipo de corpo do seu cão. Prefira materiais que isolam bem, como lã ou forros térmicos.</h5>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Evite longas exposições:</strong> Limite o tempo ao ar livre em dias muito frios. Ofereça um local aquecido e protegido do vento e da chuva.</h5>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Hidrate e alimente bem:</strong> Forneça uma dieta equilibrada para ajudar o cão a manter a energia no frio.</h5>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Proteja as patas:</strong> Use botas para cães ou aplique bálsamos protetores, especialmente em locais com neve ou sal nas ruas.</h5>



<p>Lembre-se: mesmo as raças mais adaptadas ao frio não devem ser expostas a temperaturas extremas por longos períodos. No inverno, cuidar do bem-estar do seu cão é tão importante quanto mantê-lo feliz e saudável durante o resto do ano.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="984" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/01/293179142_461077148714656_4311601964455000894_n-1024x984.jpg" alt="Como o frio afeta os cães: descubra quais são os mais sensíveis" class="wp-image-17203" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/01/293179142_461077148714656_4311601964455000894_n-1024x984.jpg 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/01/293179142_461077148714656_4311601964455000894_n-300x288.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/01/293179142_461077148714656_4311601964455000894_n-768x738.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/01/293179142_461077148714656_4311601964455000894_n-696x669.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/01/293179142_461077148714656_4311601964455000894_n-1068x1026.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2025/01/293179142_461077148714656_4311601964455000894_n.jpg 1080w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://executivedigest.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Executive Digest</a></figcaption></figure>



<p></p>
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		<title>Aumento de animais abandonados em Portugal: Causas e Soluções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 14:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Abandono Animal]]></category>
		<category><![CDATA[abandono de cães]]></category>
		<category><![CDATA[Amigo de Quatro Patas]]></category>
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					<description><![CDATA[A crise econômica e os despejos estão a aumentar o número de animais abandonados em Portugal, onde se estima que existam cerca de 931 mil animais errantes. A situação é particularmente preocupante para os gatos, que superam os cães nas ruas do país. Na Casa dos Animais de Lisboa, um centro de recolha oficial do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A crise econômica e os despejos estão a aumentar o número de animais abandonados em Portugal, onde se estima que existam cerca de 931 mil animais errantes. A situação é particularmente preocupante para os gatos, que superam os cães nas ruas do país. Na Casa dos Animais de Lisboa, um centro de recolha oficial do município, só este ano já entraram 321 animais.</strong></p>



<p>&#8220;Infelizmente, ainda se nota um grande número de animais abandonados&#8221;, afirma Sofia Baptista, veterinária e chefe de divisão da Casa dos Animais de Lisboa. A maioria dos casos de animais abandonados está relacionada com dificuldades económicas, despejos e internamentos compulsivos.</p>



<p>Margarida Saldanha, responsável pelo abrigo da União Zoófila em Lisboa, observa que a crise económica e imobiliária dos últimos cinco anos contribuiu significativamente para o aumento de animais abandonados. Além das dificuldades financeiras, Saldanha aponta para uma crise de valores entre alguns tutores, que abandonam os animais por falta de afeto e responsabilidade.</p>



<p>No abrigo da União Zoófila, encontram-se cerca de 400 cães e 160 gatos. Saldanha destaca que muitos gatos são deixados em colônias, onde acabam por sofrer devido ao comportamento territorial dos felinos locais e outros perigos. &#8220;Um animal doméstico deixado na rua está à mercê de tudo, incluindo a maldade humana, atropelamentos e ataques de outros animais&#8221;, alerta.</p>



<p>Os números são alarmantes. O <a href="https://dogsonweb.com/portugal-enfrenta-desafio-do-abandono-animal-censo-revela-realidade-preocupante/">Censo Nacional de Animais Errantes 2023</a>, elaborado pela Universidade de Aveiro e pelo Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), revela que há mais de 930 mil animais nas ruas do país. Em 2022, foram recolhidos 41.994 animais, um ligeiro decréscimo face a 2021. No entanto, o ICNF indica um aumento de 17,52% nas recolhas de animais desde 2018, refletindo possivelmente a melhoria na capacidade de resposta dos municípios.</p>



<p>O abandono de animais é crime, punido com pena de prisão até seis meses. Para Sofia Baptista, &#8220;há sempre soluções, só não há solução para a morte&#8221;. Ela enfatiza a importância de adotar um animal com plena consciência das responsabilidades envolvidas, que vão além de alimentação e incluem o bem-estar geral do animal.</p>



<p>Para prevenir animais abandonados, existem programas de apoio como o cheque-veterinário, disponibilizado através de um protocolo com a Ordem dos Médicos Veterinários. Este cheque permite que tutores em dificuldades financeiras possam tratar os seus animais sem custo em clínicas aderentes. Além disso, o CRO de Lisboa colabora com a associação Animalife, que oferece apoio direto aos tutores, incluindo alimentação, produtos de higiene, consultas e esterilizações.</p>



<p>Esses programas têm mostrado resultados positivos, ajudando famílias a manter os seus animais. Ainda assim, o problema de animais abandonados persiste. Só no primeiro semestre deste ano, 155 cães e 166 gatos deram entrada na Casa dos Animais de Lisboa.</p>



<p>Por outro lado, Pedro Serra, proprietário da creche canina Tails by Petmais, observa que alguns tutores &#8220;humanizam&#8221; excessivamente os animais. Na sua creche, cães de todas as raças convivem em um ambiente de diversão e treino. &#8220;Quem põe o cão na creche é aquela pessoa que gosta mesmo muito de animais e tem consciência que o seu animal precisa de estar ativo e ter companhia&#8221;, explica Serra.</p>



<p>A creche organiza até festas de aniversário caninas, onde os cães podem desfrutar de um &#8220;bolo&#8221; apropriado para eles, feito de carne e vegetais. &#8220;Só que a maior parte das vezes não há tempo para cantar os parabéns porque assim que vêem o bolo, querem é comer&#8221;, comenta Serra.</p>



<p>O aumento de animais abandonados em Portugal é um problema complexo que requer soluções multifacetadas, desde o apoio econômico aos tutores em dificuldades até a promoção de uma maior responsabilidade e consciência sobre o compromisso de adotar um animal.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2024/07/iStock-944376422-1024x576.jpg" alt="Aumento de animais abandonados em Portugal: Causas e Soluções" class="wp-image-11240" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2024/07/iStock-944376422-1024x576.jpg 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2024/07/iStock-944376422-300x169.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2024/07/iStock-944376422-768x432.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2024/07/iStock-944376422-696x392.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2024/07/iStock-944376422-1068x601.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2024/07/iStock-944376422.jpg 1214w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://www.dn.pt/" target="_blank" rel="noopener">Diário de Notícias</a> </figcaption></figure>
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		<title>Amigos improváveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 16:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Amigo de Quatro Patas]]></category>
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					<description><![CDATA[Não é a primeira vez que ouvimos falar de amigos improváveis, principalmente no que toca a animais. Estes por vezes têm a habilidade de nos surpreenderem ao tornarem-se amigos improváveis. O mesmo aconteceu enquanto filmavam um documentário, &#8220;Dolphins&#8221;, produzido pela MacGillivray Freeman Films, onde dois cães e um golfinho acabam por interagir um com o [&#8230;]]]></description>
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<p>Não é a primeira vez que ouvimos falar de amigos improváveis, principalmente no que toca a animais. Estes por vezes têm a habilidade de nos surpreenderem ao tornarem-se amigos improváveis.</p>



<p>O mesmo aconteceu enquanto filmavam um documentário, &#8220;Dolphins&#8221;, produzido pela MacGillivray Freeman Films, onde dois cães e um golfinho acabam por interagir um com o outro. </p>



<p>O vídeo só veio comprovar que <a href="https://dogsonweb.com/patudo-ajuda-um-idoso-com-limitacoes-a-caminhar/">amor para dar</a> é o que não falta aos patudos. A cena desenrola-se em alto mar, um casal aproveitava um passeio na companhia dos seus fiéis amigos de quatro patas, quando foram surpreendidos por golfinhos. A curiosidade dos golfinhos leva-os a aproximarem-se do barco, e quando os donos pensavam que os patudos iriam afastar, eles fazem precisamente o contrário. Os patudos ficaram visivelmente entusiasmados com a visita dos animais marinhos.</p>



<p>Um dos golfinhos chega perto dos patudos, até os focinhos se tocarem. O golfinho chega mesmo a dar um beijinho aos cães, antes de voltar para o seu habitat. </p>



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</div><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://magg.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Magg Sapo</a></figcaption></figure>
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