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	<title>Blog &#8211; Dogs on Web</title>
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	<description>Notícias Caninas Diariamente</description>
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	<title>Blog &#8211; Dogs on Web</title>
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		<title>Ansiedade nos animais nas férias: os sinais que muitos tutores ignoram em cães e gatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[animais nas férias]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
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					<description><![CDATA[Para muitas famílias, as férias são sinónimo de descanso, viagens e mudança de rotina. Mas para cães e gatos, este período pode representar exatamente o contrário: ansiedade, insegurança e stresse emocional. Alterações no ambiente, separação dos tutores, viagens longas ou estadias em hotéis para animais são situações que podem afetar profundamente o bem-estar emocional dos [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Para muitas famílias, as férias são sinónimo de descanso, viagens e mudança de rotina. Mas para cães e gatos, este período pode representar exatamente o contrário: ansiedade, insegurança e stresse emocional. Alterações no ambiente, separação dos tutores, viagens longas ou estadias em hotéis para animais são situações que podem afetar profundamente o bem-estar emocional dos animais de companhia.</strong></p>



<p>Embora muitos tutores associem determinados <a href="https://dogsonweb.com/?s=ansiedade">comportamentos</a> a “manhas” ou “mau comportamento”, a verdade é que cães e gatos são extremamente sensíveis às mudanças da rotina. E as férias, por muito positivas que sejam para os humanos, podem transformar-se numa experiência emocionalmente desafiante para os patudos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque é que as férias afetam tanto os animais?</h2>



<p>Os animais vivem através de padrões e rotinas. Horários de alimentação, passeios, descanso e presença dos tutores criam uma sensação de previsibilidade que lhes transmite segurança. Quando esses padrões mudam de forma repentina, muitos animais sentem-se desorientados e ansiosos.</p>



<p>Ao contrário dos humanos, cães e gatos não compreendem o conceito de férias nem percebem que determinadas alterações são temporárias. Para eles, mudanças no ambiente, ausência dos tutores ou deslocações frequentes podem ser interpretadas como situações de instabilidade.</p>



<p>Além disso, muitos animais tornaram-se ainda mais dependentes da presença humana nos últimos anos, especialmente após períodos em que os tutores passaram mais tempo em casa. O regresso a rotinas mais exigentes e as ausências prolongadas podem aumentar significativamente os níveis de ansiedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os principais fatores que causam stresse e ansiedade durante as férias</h2>



<p>Existem vários elementos associados às férias que podem afetar emocionalmente cães e gatos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mudança de casa ou ambiente;</li>



<li>Viagens longas de carro;</li>



<li>Estadia em hotéis para animais;</li>



<li>Alterações nos horários habituais;</li>



<li>Maior exposição a pessoas e animais desconhecidos;</li>



<li>Ruídos e estímulos diferentes;</li>



<li>Separação temporária dos tutores.</li>
</ul>



<p>Mesmo quando os animais acompanham a família nas férias, a quebra da rotina continua a existir. E isso pode ser suficiente para desencadear sinais de ansiedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber se o seu cão está ansioso?</h2>



<p>Nos cães, os sinais de ansiedade podem ser bastante evidentes, embora muitas vezes sejam confundidos com desobediência ou falta de educação.</p>



<p>Os sintomas mais frequentes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ladrar ou choramingar em excesso;</li>



<li>Destruição de objetos;</li>



<li>Fazer necessidades dentro de casa;</li>



<li>Inquietação constante;</li>



<li>Falta de apetite;</li>



<li>Maior dependência do tutor;</li>



<li>Agressividade inesperada;</li>



<li>Falta de interesse em brincar ou interagir.</li>
</ul>



<p>Muitos cães começam inclusivamente a demonstrar ansiedade antes da viagem acontecer. Pequenos sinais como malas preparadas, alterações nos horários ou maior agitação em casa podem ser suficientes para o animal perceber que algo está prestes a mudar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível preparar o animal para as férias?</h2>



<p>Sim. A preparação antecipada pode fazer toda a diferença na forma como cães e gatos lidam com as mudanças associadas às férias.</p>



<p>Algumas estratégias ajudam a reduzir significativamente o stresse:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Manter rotinas o mais estáveis possível</h3>



<p>Mesmo durante as férias, é importante tentar manter horários semelhantes para alimentação, passeios e descanso.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Familiarizar o animal com viagens e transportadoras</h3>



<p>Nos gatos, por exemplo, deixar a transportadora visível em casa dias antes da viagem ajuda a reduzir a associação negativa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Apostar em estímulos positivos</h3>



<p>Brinquedos interativos, exercícios físicos e reforço positivo ajudam a diminuir a ansiedade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Criar um ambiente seguro</h3>



<p>Objetos familiares, mantas ou roupa com o cheiro do tutor transmitem conforto emocional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Evitar despedidas demasiado emotivas</h3>



<p>Momentos de tensão ou dramatização aumentam o stresse do animal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O regresso a casa também pode ser desafiante</h2>



<p>Muitos tutores acreditam que o problema termina no fim das férias, mas o regresso à rotina pode continuar a gerar ansiedade.</p>



<p>Alguns animais demoram vários dias a readaptar-se e podem continuar a apresentar sinais de desconforto emocional, sobretudo após períodos de separação ou mudanças intensas no ambiente.</p>



<p>Voltar rapidamente às rotinas habituais, proporcionar um ambiente tranquilo e observar atentamente o comportamento do animal são passos essenciais para facilitar esta transição.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando deve procurar ajuda?</h2>



<p>Se os sinais de ansiedade forem persistentes, intensos ou começarem a afetar o bem-estar do animal, é importante procurar acompanhamento médico-veterinário.</p>



<p>A ansiedade não deve ser ignorada nem confundida com “mau feitio”. Em muitos casos, uma intervenção precoce permite evitar o agravamento do problema e melhorar significativamente a qualidade de vida do cão ou gato.</p>



<p>As férias devem ser momentos positivos para toda a família — incluindo os animais de companhia. Com preparação, atenção e compreensão, é possível reduzir o impacto emocional das mudanças e garantir que cães e gatos se sentem mais seguros, tranquilos e protegidos durante esta época.</p>



<p><em>Fonte: <a href="https://sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Sapo</a></em></p>
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		<title>Tabagismo passivo também afeta cães e gatos: os sinais de alerta que muitos tutores ignoram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Animais]]></category>
		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>
		<category><![CDATA[tabagismo em cães]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando se fala dos perigos do tabagismo passivo, o foco costuma estar exclusivamente nos humanos. No entanto, cães e gatos também sofrem consequências sérias por viverem em ambientes expostos ao fumo do tabaco. Problemas respiratórios, irritações crónicas e até doenças oncológicas podem estar associados à exposição contínua ao fumo dentro de casa. A preocupação está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Quando se fala dos perigos do tabagismo passivo, o foco costuma estar exclusivamente nos humanos. No entanto, cães e gatos também sofrem consequências sérias por viverem em ambientes expostos ao fumo do tabaco. Problemas respiratórios, irritações crónicas e até doenças oncológicas podem estar associados à exposição contínua ao fumo dentro de casa.</strong></p>



<p>A preocupação está a ganhar cada vez mais relevância na <a href="https://dogsonweb.com/categoria/blog/saude/">medicina veterinária</a>, sobretudo em casos de animais com sintomas respiratórios persistentes, doenças crónicas ou suspeitas de cancro. O ambiente doméstico passou a ser um fator importante na avaliação clínica dos animais de companhia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque é que o tabagismo representa um risco para cães e gatos?</h2>



<p>Tal como acontece nas pessoas, o fumo do tabaco contém substâncias tóxicas que afetam o organismo dos animais. A exposição pode acontecer de forma direta, através da inalação do fumo, mas também de forma indireta.</p>



<p>Mesmo depois de o cigarro desaparecer, partículas tóxicas e resíduos de nicotina continuam presentes em sofás, tapetes, cortinas, roupa e outras superfícies da casa. Este fenómeno aumenta o risco de exposição contínua, especialmente em ambientes fechados.</p>



<p>Os animais acabam por contactar diariamente com estas substâncias, quer pela respiração, quer pelo contacto físico constante com superfícies contaminadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nos cães, os sintomas podem surgir de forma gradual</h2>



<p>Nos cães, os efeitos do tabaco podem manifestar-se através de irritação das vias respiratórias e agravamento de doenças respiratórias já existentes.</p>



<p>Os sinais nem sempre aparecem de forma imediata, o que leva muitos tutores a desvalorizarem sintomas aparentemente simples.</p>



<p>Entre os principais sinais de alerta de tabagismo passivo estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tosse persistente;</li>



<li>Espirros frequentes;</li>



<li>Dificuldade respiratória;</li>



<li>Cansaço anormal;</li>



<li>Alterações no comportamento;</li>



<li>Menor tolerância ao exercício físico;</li>



<li>Respiração mais ofegante.</li>
</ul>



<p>Animais mais idosos ou com histórico clínico respiratório tendem a ser ainda mais vulneráveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cigarros eletrónicos também representam perigo</h2>



<p>Embora muitas pessoas considerem os cigarros eletrónicos uma alternativa menos prejudicial, os riscos para os animais continuam a existir.</p>



<p>Os líquidos utilizados nos dispositivos podem conter nicotina e outros compostos potencialmente tóxicos. Em caso de ingestão acidental, a situação pode transformar-se rapidamente numa urgência veterinária grave.</p>



<p>Cartuchos, cápsulas ou líquidos de recarga deixados ao alcance dos animais representam um perigo real, sobretudo para cães curiosos e gatos mais exploradores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O ambiente da casa deve fazer parte da avaliação veterinária</h2>



<p>A exposição ao tabagismo passsivo começa cada vez mais a ser considerada um fator relevante na avaliação clínica veterinária.</p>



<p>Quando um animal apresenta sintomas respiratórios frequentes, irritações persistentes ou doenças sem causa aparente, o ambiente doméstico pode fornecer pistas importantes para o diagnóstico.</p>



<p>A recolha de informação sobre hábitos de tabagismo dentro de casa ajuda os profissionais a identificar possíveis fatores de risco que muitas vezes passam despercebidos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como proteger cães e gatos do tabagismo passivo?</h2>



<p>Existem várias medidas simples que ajudam a reduzir significativamente o risco:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Evitar fumar dentro de casa</h3>



<p>A ventilação nem sempre é suficiente para eliminar partículas tóxicas do ambiente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lavar regularmente tecidos e superfícies</h3>



<p>Mantas, sofás, camas dos animais e tapetes acumulam resíduos prejudiciais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Manter cigarros eletrónicos e líquidos fora do alcance</h3>



<p>A ingestão acidental pode provocar intoxicações graves.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Estar atento aos sinais respiratórios</h3>



<p>Tosse, espirros frequentes ou alterações de comportamento não devem ser ignorados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Procurar acompanhamento veterinário</h3>



<p>Quanto mais cedo forem identificados possíveis problemas, maiores são as hipóteses de controlar complicações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pequenos hábitos podem ter grande impacto na saúde animal</h2>



<p>Muitos tutores não associam o ambiente doméstico, o tabagismo passivo à saúde respiratória dos animais. No entanto, a exposição contínua ao tabaco pode afetar silenciosamente o bem-estar de cães e gatos ao longo dos anos.</p>



<p>Criar um ambiente mais limpo, seguro e livre de fumo não protege apenas as pessoas da casa — pode também fazer uma diferença significativa na qualidade de vida dos animais de companhia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/selective-closeup-shot-female-lighting-up-cigarette-with-lighter-1024x683.jpg" alt="Tabagismo passivo também afeta cães e gatos: os sinais de alerta que muitos tutores ignoram" class="wp-image-21866" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/selective-closeup-shot-female-lighting-up-cigarette-with-lighter-1024x683.jpg 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/selective-closeup-shot-female-lighting-up-cigarette-with-lighter-300x200.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/selective-closeup-shot-female-lighting-up-cigarette-with-lighter-768x512.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/selective-closeup-shot-female-lighting-up-cigarette-with-lighter-1536x1024.jpg 1536w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/selective-closeup-shot-female-lighting-up-cigarette-with-lighter-2048x1365.jpg 2048w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/selective-closeup-shot-female-lighting-up-cigarette-with-lighter-696x464.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/selective-closeup-shot-female-lighting-up-cigarette-with-lighter-1068x712.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/selective-closeup-shot-female-lighting-up-cigarette-with-lighter-1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Artigo: <a href="https://www.veterinaria-atual.pt/" target="_blank" rel="noopener">Veterinária Atual</a></em></figcaption></figure>



<p></p>
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		<title>Onda de calor agrava alergias em cães</title>
		<link>https://dogsonweb.com/onda-de-calor-agrava-alergias-em-caes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alergias]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
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					<description><![CDATA[As temperaturas elevadas e o aumento dos alergénios ambientais estão a provocar um agravamento significativo das alergias sazonais em cães e gatos. Nesta altura do ano, muitos tutores começam a notar sintomas persistentes como comichão, irritações na pele, lambedura excessiva das patas ou otites recorrentes — sinais que podem comprometer seriamente o bem-estar dos animais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>As temperaturas elevadas e o aumento dos alergénios ambientais estão a provocar um agravamento significativo das alergias sazonais em cães e gatos. Nesta altura do ano, muitos tutores começam a notar sintomas persistentes como comichão, irritações na pele, lambedura excessiva das patas ou otites recorrentes — sinais que podem comprometer seriamente o bem-estar dos animais de companhia.</strong></p>



<p>Com a chegada dos dias mais quentes, cresce também a presença de pólen, ácaros, fungos e parasitas como as pulgas, criando o cenário perfeito para o aparecimento ou agravamento de reações alérgicas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque é que o calor agrava as alergias nos animais?</h2>



<p>Durante os meses de maior calor, o ambiente torna-se mais propício à proliferação de <a href="https://dogsonweb.com/sinais-podem-indicar-alergias-na-primavera/">alergénios</a> que afetam cães e gatos sensíveis. O aumento da temperatura favorece a concentração de pólen no ar, a atividade de pulgas e a presença de agentes irritantes no ambiente doméstico e exterior.</p>



<p>Esta combinação pode desencadear respostas exageradas do sistema imunitário, originando manifestações cutâneas e respiratórias que afetam diretamente a qualidade de vida dos animais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sinais de alergia mais comuns em cães</h2>



<p>Nos cães, os sintomas tendem a ser mais evidentes e frequentemente confundidos com comportamentos normais da estação.</p>



<p>Entre os principais sinais de alerta estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comichão persistente;</li>



<li>Lambedura excessiva das patas;</li>



<li>Vermelhidão na pele;</li>



<li>Irritação nas orelhas;</li>



<li>Feridas provocadas pelo ato de coçar;</li>



<li>Queda de pelo localizada;</li>



<li>Otites recorrentes;</li>



<li>Inflamação na barriga, axilas ou focinho.</li>
</ul>



<p>Quando estes sintomas persistem, podem evoluir para infeções secundárias causadas por bactérias ou fungos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nos gatos, os sintomas podem passar despercebidos</h2>



<p>Nos gatos, as alergias nem sempre são facilmente identificadas. Muitos sinais surgem de forma subtil e acabam por ser desvalorizados pelos tutores.</p>



<p>Os sintomas mais frequentes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lambedura excessiva;</li>



<li>Queda de pelo;</li>



<li>Dermatites;</li>



<li>Comichão facial;</li>



<li>Feridas no pescoço ou cabeça;</li>



<li>Lesões com crostas;</li>



<li>Irritação cutânea.</li>
</ul>



<p>Em alguns casos, podem ainda surgir espirros, corrimento nasal ou ocular.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque é importante agir rapidamente</h2>



<p>As alergias não tratadas tendem a agravar-se com o tempo. O desconforto constante pode provocar stress, alterações de comportamento e lesões cutâneas cada vez mais difíceis de controlar.</p>



<p>Além disso, muitos sintomas alérgicos podem ser confundidos com outras doenças dermatológicas, parasitas ou até alergias alimentares, tornando essencial uma avaliação veterinária adequada.</p>



<p>A deteção precoce permite iniciar estratégias de controlo antes que o problema evolua para situações mais complexas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Oito cuidados essenciais para aliviar as alergias nos cães e gatos</h2>



<p>Durante os períodos de maior risco, existem várias medidas que ajudam a minimizar os sintomas e a proteger os animais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. Manter a proteção antiparasitária ativa</h3>



<p>O controlo rigoroso de pulgas ao longo de todo o ano é essencial, especialmente durante os meses mais quentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. Reforçar a higiene da casa</h3>



<p>Lavar regularmente mantas, camas e brinquedos ajuda a reduzir a acumulação de alergénios.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. Aspirar frequentemente tapetes e sofás</h3>



<p>Ácaros, pólen e pelos acumulam-se facilmente nas superfícies onde os animais descansam.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. Limpar patas e pelo após os passeios</h3>



<p>Este hábito ajuda a remover pólen e outras partículas irritantes antes que o animal as espalhe pela casa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">5. Utilizar produtos dermatológicos adequados</h3>



<p>Champôs específicos e produtos recomendados por veterinários podem ajudar a aliviar a pele irritada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">6. Apostar em suplementos de suporte cutâneo</h3>



<p>Ácidos gordos, antioxidantes e probióticos podem contribuir para melhorar a saúde da pele e reforçar as defesas naturais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">7. Evitar a automedicação</h3>



<p>Nem todos os produtos são seguros para cães e gatos, e algumas substâncias podem agravar o problema.</p>



<h3 class="wp-block-heading">8. Procurar apoio veterinário ao primeiro sinal</h3>



<p>Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, mais eficaz será o controlo da alergia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A observação diária faz toda a diferença</h2>



<p>Muitos animais apresentam os mesmos sintomas todos os anos durante a primavera e verão. Identificar estes padrões permite agir mais rapidamente e evitar sofrimento prolongado.</p>



<p>Pequenas alterações no comportamento, aumento da comichão ou irritações recorrentes nunca devem ser ignorados. A vigilância atenta dos tutores continua a ser uma das ferramentas mais importantes para garantir o conforto, saúde e qualidade de vida dos cães e gatos durante os meses mais quentes do ano.</p>



<p><em>Fonte: <a href="https://executivedigest.sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Executive Digest</a></em></p>
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		<title>O seu cão comeu algo na rua? Os sinais de alerta que nunca deve ignorar</title>
		<link>https://dogsonweb.com/os-sinais-de-alerta-que-nunca-deve-ignorar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
		<category><![CDATA[sinais de alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da primavera, aumentam os passeios ao ar livre, as idas ao parque e os momentos de exploração dos cães em jardins, ruas e zonas verdes. Mas esta estação, tão associada ao bom tempo e ao convívio no exterior, traz também riscos escondidos que muitos tutores desconhecem. Descubra os sinais de alerta que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Com a chegada da primavera, aumentam os passeios ao ar livre, as idas ao parque e os momentos de exploração dos cães em jardins, ruas e zonas verdes. Mas esta estação, tão associada ao bom tempo e ao convívio no exterior, traz também riscos escondidos que muitos tutores desconhecem. Descubra os sinais de alerta que nunca deve ignorar.</strong></p>



<p>Plantas tóxicas, restos de comida, pesticidas, objetos abandonados no chão e até pequenos animais podem representar um perigo sério para os cães. E basta um momento de distração durante o passeio para que o animal ingira algo potencialmente perigoso.</p>



<p>Saber identificar os <a href="https://dogsonweb.com/passeios-de-primavera-com-o-seu-cao/">sinais</a> de alerta e agir rapidamente pode fazer toda a diferença na saúde — e até na vida — do patudo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Primavera aumenta os riscos durante os passeios</h2>



<p>Durante esta altura do ano, os cães passam naturalmente mais tempo no exterior e interagem mais com o ambiente à sua volta. Cheirar, lamber e apanhar objetos do chão faz parte do comportamento exploratório normal dos cães, especialmente em locais novos ou com muitos estímulos.</p>



<p>O problema é que muitos espaços aparentemente seguros escondem perigos pouco evidentes.</p>



<p>Entre os riscos mais comuns encontram-se plantas ornamentais tóxicas, fertilizantes utilizados em jardins, pesticidas, lixo alimentar deixado no chão, ossos, plásticos, embalagens ou pequenos objetos que podem ser engolidos acidentalmente.</p>



<p>Além disso, a primavera traz também uma maior presença de insetos, ninhos de aves e pequenos animais, aumentando ainda mais a curiosidade natural dos cães.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Plantas comuns que podem ser tóxicas para cães</h2>



<p>Muitos tutores não sabem que algumas das plantas mais populares da primavera podem causar intoxicações graves nos cães.</p>



<p>Narcisos, jacintos, tulipas, amarílis e lírios estão entre as espécies mais perigosas e podem provocar problemas digestivos, neurológicos e até cardíacos, dependendo da quantidade ingerida.</p>



<p>Estas plantas encontram-se frequentemente em jardins públicos, parques, varandas e zonas residenciais, o que torna importante manter vigilância constante durante os passeios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comer relva nem sempre é motivo para preocupação</h2>



<p>Nem toda a ingestão de elementos exteriores representa necessariamente um problema.</p>



<p>Comer relva, por exemplo, pode ser um comportamento perfeitamente normal em muitos cães. Em alguns casos, está associado à exploração do ambiente ou à tentativa de aliviar pequenos desconfortos digestivos.</p>



<p>Ainda assim, os tutores devem estar atentos à frequência e intensidade desse comportamento. Se o cão começar subitamente a comer relva em excesso ou apresentar alterações comportamentais associadas, isso pode indicar que algo não está bem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais de alerta após ingestão de algo suspeito</h2>



<p>Os sintomas podem variar bastante consoante o tipo de substância ou objeto ingerido. Em muitos casos, os primeiros sinais aparecem rapidamente.</p>



<p>Os sintomas mais frequentes incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vómitos;</li>



<li>Diarreia;</li>



<li>Salivação excessiva;</li>



<li>Tremores;</li>



<li>Letargia;</li>



<li>Perda de apetite;</li>



<li>Inquietação ou alterações comportamentais;</li>



<li>Dificuldade respiratória;</li>



<li>Convulsões.</li>
</ul>



<p>Alguns cães podem também demonstrar dor abdominal, fraqueza ou comportamento incomum poucas horas após o passeio.</p>



<p>Perante qualquer um destes sinais, é importante não esperar que a situação passe sozinha.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer se suspeitar que o cão ingeriu algo perigoso</h2>



<p>A primeira recomendação é manter a calma e tentar perceber exatamente o que o cão poderá ter ingerido.</p>



<p>Se possível, deve guardar restos da substância, embalagem ou fotografar o objeto para ajudar na avaliação médico-veterinária.</p>



<p>Um dos erros mais comuns é tentar provocar o vómito sem orientação profissional. Em determinadas situações, isso pode agravar o problema e provocar complicações adicionais.</p>



<p>O mais importante é procurar assistência veterinária o mais rapidamente possível para garantir uma avaliação adequada e iniciar o tratamento necessário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A prevenção continua a ser a melhor proteção</h2>



<p>Embora seja impossível controlar tudo o que existe no exterior, existem várias medidas simples que ajudam a reduzir o risco.</p>



<p>Durante os passeios, é aconselhável:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evitar zonas com plantas desconhecidas ou produtos químicos;</li>



<li>Impedir o cão de apanhar objetos do chão;</li>



<li>Utilizar trela em locais com maior risco;</li>



<li>Estimular brincadeiras seguras durante o passeio;</li>



<li>Manter atenção constante ao comportamento do animal.</li>
</ul>



<p>A supervisão ativa continua a ser a forma mais eficaz de evitar acidentes e garantir que os passeios continuam a ser momentos seguros, tranquilos e positivos para toda a família.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pequenas mudanças de comportamento podem ser importantes</h2>



<p>Muitas vezes, os primeiros sinais são subtis. Um cão mais apático, inquieto ou com alterações no apetite pode já estar a dar sinais de que algo não está bem.</p>



<p>Conhecer os hábitos do animal e observar mudanças repentinas permite agir mais rapidamente e aumentar as hipóteses de recuperação em caso de intoxicação ou ingestão perigosa.</p>



<p>Na primavera, os passeios tornam-se mais frequentes e estimulantes, mas também exigem atenção redobrada. Afinal, aquilo que parece apenas um momento de curiosidade pode transformar-se rapidamente numa emergência veterinária.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-1024x576.jpg" alt="O seu cão comeu algo na rua? Os sinais de alerta que nunca deve ignorar" class="wp-image-21827" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-1024x576.jpg 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-300x169.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-768x432.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-1536x864.jpg 1536w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-2048x1152.jpg 2048w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-696x392.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-1068x601.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/dog-sitting-near-woman-s-leg-park-1920x1080.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://dogs-ptmagazine.com/" target="_blank" rel="noopener">Dogs PT Magazine</a></figcaption></figure>
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		<title>Sinais podem indicar alergias na primavera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[alergias]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da primavera, muitos cães começam a apresentar sinais que os tutores tendem a desvalorizar. Lamber constantemente as patas, esfregar o focinho no chão, coçar-se com frequência ou abanar repetidamente a cabeça são comportamentos comuns nesta altura do ano — mas podem esconder um problema mais sério. O aumento da exposição a pólen, [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>Com a chegada da primavera, muitos cães começam a apresentar sinais que os tutores tendem a desvalorizar. Lamber constantemente as patas, esfregar o focinho no chão, coçar-se com frequência ou abanar repetidamente a cabeça são comportamentos comuns nesta altura do ano — mas podem esconder um problema mais sério.</strong></p>



<p>O aumento da exposição a pólen, fungos, ácaros e picadas de insetos faz da <a href="https://dogsonweb.com/passeios-de-primavera-com-o-seu-cao/">primavera</a> uma das épocas mais críticas para o aparecimento de alergias nos animais de companhia. E quando os sintomas não são identificados atempadamente, o desconforto pode evoluir rapidamente para problemas dermatológicos mais graves.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alergias na primavera afetam cada vez mais cães</h2>



<p>As alergias cutâneas, especialmente a dermatite atópica, estão entre os problemas dermatológicos mais frequentes em cães. Esta condição inflamatória está associada a uma resposta exagerada do organismo a alergénios ambientais e provoca um sintoma muito característico: a comichão persistente.</p>



<p>Apesar de muitos tutores considerarem normal o cão coçar-se ocasionalmente, o prurido constante nunca deve ser ignorado.</p>



<p>O problema é que os sinais começam, muitas vezes, de forma discreta. Um cão que lambe as patas “de vez em quando” ou esfrega o focinho após os passeios pode estar já a desenvolver uma reação alérgica que tende a agravar-se com o tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os sinais de alerta que muitos tutores ignoram</h2>



<p>As alergias não se manifestam apenas através da comichão. Existem vários sinais que podem indicar um problema dermatológico e que passam frequentemente despercebidos.</p>



<p>Entre os sintomas mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Lamber excessivamente as patas;</li>



<li>Esfregar o focinho no chão ou nos móveis;</li>



<li>Vermelhidão e irritação na pele;</li>



<li>Queda de pelo localizada;</li>



<li>Feridas provocadas pelo ato de coçar;</li>



<li>Otites frequentes;</li>



<li>Inflamação ou desconforto nos ouvidos;</li>



<li>Abanar constante da cabeça.</li>
</ul>



<p>Quando estes comportamentos se tornam frequentes, o animal pode acabar por provocar lesões na própria pele, aumentando o risco de infeções secundárias causadas por bactérias ou fungos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Algumas raças têm maior predisposição para alergias</h2>



<p>Embora qualquer cão possa desenvolver dermatite atópica, existem raças com maior predisposição genética para este tipo de problema.</p>



<p>Bulldog Inglês, Bouledogue Francês, Labrador Retriever, Golden Retriever, Boxer, Pastor Alemão, Sharpei, Chow Chow, Dálmata, Setter e vários Terriers estão entre os cães mais vulneráveis às alergias ambientais.</p>



<p>Ainda assim, a doença pode surgir em qualquer animal, independentemente da raça ou idade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alergias podem afetar o comportamento e o bem-estar emocional</h2>



<p>O impacto das alergias vai muito além da pele. A comichão constante e o desconforto diário afetam diretamente o comportamento do cão, podendo provocar irritabilidade, stress e alterações emocionais.</p>



<p>Muitos animais tornam-se mais inquietos, ansiosos ou até apáticos devido ao desconforto persistente.</p>



<p>Nos casos mais avançados, surgem alterações cutâneas visíveis, como pele mais espessa, escurecida, crostas ou zonas sem pelo, sinais que indicam uma inflamação prolongada e mais difícil de controlar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A deteção precoce faz toda a diferença</h2>



<p>O papel do tutor é fundamental na identificação precoce destes sinais. Observar alterações no comportamento, na pele ou na frequência com que o cão se coça pode ajudar a evitar complicações futuras.</p>



<p>Quanto mais cedo o problema for acompanhado, maior a probabilidade de controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do animal.</p>



<p>Quando os sinais persistem, o mais importante é procurar acompanhamento médico-veterinário para identificar a origem da alergia e definir um tratamento adequado às necessidades específicas do cão.</p>



<p>Na primavera, a atenção aos pequenos sinais pode fazer toda a diferença no conforto, saúde e bem-estar dos animais de companhia.</p>
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		<title>Passeios de primavera com o seu cão? Estes cuidados de higiene ajudam a prevenir parasitas e doenças em casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[cuidados de higiene]]></category>
		<category><![CDATA[doenças em casa]]></category>
		<category><![CDATA[Passeios]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da primavera, os passeios com os cães tornam-se mais longos, frequentes e inevitavelmente mais divertidos. No entanto, esta estação traz também riscos invisíveis que muitos tutores acabam por ignorar. Relva húmida, terra, poças de água, jardins públicos e zonas frequentadas por outros animais podem transformar-se em focos de parasitas, bactérias e microrganismos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Com a chegada da primavera, os passeios com os cães tornam-se mais longos, frequentes e inevitavelmente mais divertidos. No entanto, esta estação traz também riscos invisíveis que muitos tutores acabam por ignorar. Relva húmida, terra, poças de água, jardins públicos e zonas frequentadas por outros animais podem transformar-se em focos de parasitas, bactérias e microrganismos que acabam por entrar dentro de casa através do próprio cão.</strong></p>



<p>Nesta <a href="https://dogsonweb.com/?s=primavera">altura do ano</a>, reforçar os cuidados de higiene após cada passeio torna-se essencial não só para proteger o animal, mas também toda a família. Pequenos hábitos diários podem fazer toda a diferença na prevenção de doenças, infeções e infestações difíceis de controlar.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Limpar as patas do cão após o passeio deve tornar-se rotina</h2>



<p>As patas são uma das zonas que mais acumulam sujidade durante os passeios. Terra, resíduos químicos, bactérias, fezes microscópicas e até larvas de parasitas podem ficar presas entre os dedos e almofadas plantares.</p>



<p>O problema agrava-se porque muitos cães lambem naturalmente as patas quando chegam a casa, aumentando o risco de ingestão de agentes contaminantes. Este comportamento pode facilitar infeções gastrointestinais e até a transmissão de parasitas internos.</p>



<p>A utilização de toalhitas específicas para cães ou de limpa-patas automáticos ajuda a remover rapidamente a sujidade acumulada e reduz significativamente os riscos associados ao contacto com superfícies contaminadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Secar bem as patas ajuda a evitar fungos e dermatites</h2>



<p>Depois da limpeza, a secagem é igualmente importante. Passeios em relva molhada, chuva ou zonas húmidas deixam frequentemente humidade acumulada entre os dedos, criando o ambiente ideal para o desenvolvimento de fungos e bactérias.</p>



<p>Quando isto acontece, podem surgir irritações, dermatites, vermelhidão e desconforto, levando o cão a lamber ou morder constantemente as patas.</p>



<p>Uma toalha limpa e uma secagem cuidadosa após cada passeio são suficientes para ajudar a prevenir muitos destes problemas cutâneos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Verificar o pelo pode evitar doenças transmitidas por carraças</h2>



<p>A primavera marca também o aumento da atividade de parasitas externos, especialmente pulgas e carraças. Por isso, uma inspeção rápida ao pelo do cão depois do passeio deve fazer parte da rotina diária.</p>



<p>Passar as mãos pelo corpo do animal ajuda a identificar carraças ainda não fixadas ou escondidas entre o pelo. Quanto mais cedo forem removidas, menor o risco de transmissão de doenças como babesiose ou erliquiose.</p>



<p>Caso encontre uma carraça, a remoção deve ser feita com pinças apropriadas, evitando esmagar o parasita ou deixar partes presas na pele.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Focinho, barriga e peito acumulam mais bactérias do que imagina</h2>



<p>Durante os passeios, muitas zonas do corpo entram diretamente em contacto com o chão, ervas, lama ou água contaminada. O focinho, o peito e a barriga são especialmente vulneráveis.</p>



<p>Estas áreas podem acumular bactérias, resíduos e substâncias irritantes que acabam por ser ingeridas durante a autolimpeza do animal.</p>



<p>A utilização de toalhitas higiénicas próprias para cães, espumas de limpeza sem enxaguamento ou produtos suaves específicos para higiene facial ajuda a remover a sujidade sem agredir a pele.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A higiene da casa também é fundamental na prevenção</h2>



<p>Mesmo com todos os cuidados no animal, alguns parasitas conseguem entrar dentro de casa. Ovos de pulgas, por exemplo, podem instalar-se facilmente em tapetes, sofás, camas ou tecidos onde o cão costuma descansar.</p>



<p>Sem limpeza regular, estes focos podem transformar-se rapidamente em infestações difíceis de eliminar.</p>



<p>A higienização frequente de pavimentos, mantas, camas e superfícies, aliada ao uso de produtos seguros para animais com ação antiparasitária, ajuda a interromper o ciclo de vida dos parasitas e reduz significativamente os riscos no ambiente doméstico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais de alerta que não devem ser ignorados</h2>



<p>Mesmo com uma rotina de higiene cuidada, é importante estar atento ao comportamento do cão após os passeios. Alguns sintomas podem indicar contacto com parasitas ou infeções adquiridas no exterior.</p>



<p>Comichão persistente, vermelhidão na pele, tosse, vómitos, diarreia, espirros frequentes, falta de energia ou alterações comportamentais devem ser vistos como sinais de alerta.</p>



<p>Nesta época do ano, aumentam também os casos de dermatites alérgicas provocadas por pulgas, doenças transmitidas por carraças e infeções gastrointestinais causadas pela ingestão de água ou superfícies contaminadas.</p>



<p>Outro risco crescente é a angiostrongilose, conhecida como verme pulmonar, associada ao contacto com lesmas e caracóis contaminados, podendo provocar tosse e dificuldades respiratórias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A prevenção continua a ser a melhor proteção</h2>



<p>Criar uma rotina simples de higiene após cada passeio é uma das formas mais eficazes de proteger o cão e manter a casa mais segura durante a primavera.</p>



<p>Com alguns minutos de atenção diária, é possível reduzir drasticamente o risco de parasitas, infeções e problemas de saúde associados ao contacto com o exterior, garantindo passeios mais tranquilos, seguros e saudáveis ao longo de toda a estação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/black-cute-miniature-schnauzer-park-1024x683.jpg" alt="Passeios de primavera com o seu cão? Estes cuidados de higiene ajudam a prevenir parasitas e doenças em casa" class="wp-image-21797" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/black-cute-miniature-schnauzer-park-1024x683.jpg 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/black-cute-miniature-schnauzer-park-300x200.jpg 300w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/black-cute-miniature-schnauzer-park-768x512.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/black-cute-miniature-schnauzer-park-1536x1024.jpg 1536w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/black-cute-miniature-schnauzer-park-2048x1365.jpg 2048w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/black-cute-miniature-schnauzer-park-696x464.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/black-cute-miniature-schnauzer-park-1068x712.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/black-cute-miniature-schnauzer-park-1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://dogs-ptmagazine.com/2026/05/08/cuidados-de-higiene-apos-o-passeio-para-prevenir-parasitas-e-doencas-nos-caes-e-em-casa/" target="_blank" rel="noopener">Dogs PT Magazine </a></figcaption></figure>
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		<title>Lagarta do Pinheiro: O Perigo Invisível que Pode Colocar a Vida do Seu Cão em Risco em Minutos</title>
		<link>https://dogsonweb.com/lagarta-do-pinheiro-o-perigo-invisivel-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[lagarta do pinheiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada dos meses mais quentes, há um risco silencioso que regressa aos parques, jardins e zonas florestais em Portugal — a lagarta do pinheiro. Apesar do seu aspeto aparentemente inofensivo, este pequeno inseto pode ser um perigo, provocar reações graves e até fatais nos cães em questão de minutos. À medida que os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Com a chegada dos meses mais quentes, há um risco silencioso que regressa aos parques, jardins e zonas florestais em Portugal — a lagarta do pinheiro. Apesar do seu aspeto aparentemente inofensivo, este pequeno inseto pode ser um perigo, provocar reações graves e até fatais nos cães em questão de minutos.</strong></p>



<p>À medida que os passeios ao ar livre se tornam mais frequentes, aumenta também a probabilidade de contacto acidental. Saber identificar este perigo e agir rapidamente pode fazer toda a diferença.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a lagarta do pinheiro e como reconhecê-la?</h2>



<p>A <a href="https://dogsonweb.com/lagarta-do-pinheiro-o-perigo-invisivel/">lagarta </a>do pinheiro distingue-se facilmente pelo seu comportamento único: desloca-se em fila, formando uma espécie de procissão no solo. Tem um corpo castanho-escuro coberto por pelos finos, que são precisamente a sua maior ameaça.</p>



<p>É comum encontrá-la em zonas com pinheiros, sobretudo entre o final do inverno e o início da primavera. Outro sinal de alerta são os ninhos visíveis nas árvores — bolsas brancas nas copas dos pinheiros que indicam a presença destas lagartas na área.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perigo para os cães</h2>



<p>O verdadeiro perigo está nos seus pelos microscópicos, altamente urticantes, que libertam uma toxina agressiva. Estes pelos podem afetar a pele, os olhos e, principalmente, a boca dos cães.</p>



<p>Como os cães exploram o mundo com o focinho, é frequente cheirarem, lamberem ou até tentarem ingerir estas lagartas. O resultado pode ser devastador: inflamações intensas, lesões na língua e, em casos mais graves, necrose dos tecidos.</p>



<p>Mesmo sem contacto direto, os pelos podem ser transportados pelo ar, o que significa que apenas estar próximo de uma zona infestada já representa um risco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sintomas de alerta: como saber se o seu cão foi afetado?</h2>



<p>Os sinais surgem rapidamente e exigem atenção imediata. Entre os mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Salivação excessiva</li>



<li>Inchaço da língua, lábios ou focinho</li>



<li>Dor intensa e comportamento agitado</li>



<li>Vómitos</li>



<li>Dificuldade em respirar</li>



<li>Alterações na cor da língua</li>
</ul>



<p>Em situações mais graves, pode ocorrer choque anafilático, colocando a vida do animal em risco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer imediatamente em caso de contacto?</h2>



<p>Perante a suspeita de contacto com a lagarta do pinheiro, o tempo é crucial. A primeira ação deve ser lavar a zona afetada com água abundante, sem esfregar, para evitar espalhar ainda mais os pelos tóxicos.</p>



<p>É fundamental não tocar diretamente na área afetada, já que os pelos também são perigosos para humanos. Deve ainda impedir que o cão lamba ou friccione a zona.</p>



<p>Depois, procure assistência veterinária com urgência — mesmo que os sintomas pareçam ligeiros numa fase inicial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como prevenir este risco durante os passeios</h2>



<p>A prevenção é a melhor forma de proteger o seu cão. Durante as épocas de maior incidência:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Evite zonas com pinheiros</li>



<li>Mantenha o cão à trela</li>



<li>Esteja atento ao chão e às árvores</li>



<li>Identifique ninhos ou sinais de infestação</li>
</ul>



<p>Caso detete focos de lagartas, é importante alertar as autoridades locais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um risco sazonal que exige atenção constante</h2>



<p>A lagarta do pinheiro é um perigo real, mas muitas vezes subestimado. A combinação entre curiosidade natural dos cães e a presença destes insetos torna os passeios potencialmente arriscados.</p>



<p>Informação, vigilância e ação rápida são as melhores ferramentas para evitar consequências graves. Ao reconhecer os sinais e saber como agir, está a dar um passo essencial para garantir a segurança e o bem-estar do seu companheiro de quatro patas.</p>



<p><em>Fonte: <a href="https://dogs-ptmagazine.com/" target="_blank" rel="noopener">Dogs PT Magazine</a></em></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Leishmaniose em Portugal: Guia Completo para Proteger o Seu Cão Durante Todo o Ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Leishmaniose]]></category>
		<category><![CDATA[Proteger cão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Leishmaniose é uma das doenças mais preocupantes para quem tem cães em Portugal. Endémica no país e cada vez mais presente, exige atenção constante por parte dos tutores. Com a evolução das condições climáticas e a maior atividade dos insetos transmissores, proteger o seu animal deixou de ser uma preocupação sazonal — é hoje [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>A Leishmaniose é uma das doenças mais preocupantes para quem tem cães em Portugal. Endémica no país e cada vez mais presente, exige atenção constante por parte dos tutores. Com a evolução das condições climáticas e a maior atividade dos insetos transmissores, proteger o seu animal deixou de ser uma preocupação sazonal — é hoje uma prioridade durante todo o ano.</strong></p>



<h3 class="wp-block-heading">O que é a Leishmaniose e como é transmitida?</h3>



<p>A Leishmaniose é provocada por um parasita microscópico que é transmitido através da picada de um flebótomo, um inseto de pequenas dimensões semelhante a um mosquito. Após a picada, o parasita entra na corrente sanguínea do cão e pode afetar vários órgãos, originando uma infeção generalizada.</p>



<p>O grande desafio desta <a href="https://dogsonweb.com/categoria/blog/saude/">doença </a>está no facto de poder evoluir de forma silenciosa. Muitos cães não apresentam sinais numa fase inicial, o que dificulta o diagnóstico precoce e aumenta o risco de complicações.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sintomas a que deve estar atento</h3>



<p>Os sinais clínicos podem variar bastante e afetar diferentes partes do corpo. Entre os mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Problemas de pele, como feridas de difícil cicatrização</li>



<li>Queda de pelo, especialmente na zona da face</li>



<li>Descamação e alterações na pele</li>



<li>Crescimento anormal das unhas</li>



<li>Perda de peso e apatia</li>



<li>Vómitos ou diarreia</li>



<li>Dores articulares e dificuldade em andar</li>
</ul>



<p>Por serem sintomas muitas vezes inespecíficos, é essencial manter uma vigilância regular e consultar um médico veterinário sempre que notar alterações.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Porque está a aumentar o risco em Portugal?</h3>



<p>Nos últimos anos, a presença dos flebótomos tem vindo a intensificar-se em todo o território continental. As temperaturas mais amenas ao longo do ano permitem que estes insetos se mantenham ativos durante mais tempo, aumentando o risco de transmissão da doença.</p>



<p>Isto significa que a proteção do seu cão não deve limitar-se aos meses mais quentes — deve ser contínua.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como proteger o seu cão de forma eficaz</h3>



<p>A prevenção da Leishmaniose baseia-se em duas estratégias fundamentais que devem ser aplicadas em conjunto:</p>



<h4 class="wp-block-heading">1. Evitar a picada do inseto</h4>



<p>A utilização de desparasitantes externos com ação repelente é essencial. Pipetas e coleiras antiparasitárias ajudam a reduzir significativamente o risco de picada.</p>



<p>Para garantir eficácia máxima, estes produtos devem ser usados de forma consistente e de acordo com as recomendações do médico veterinário.</p>



<h4 class="wp-block-heading">2. Reforçar as defesas do organismo</h4>



<p>A vacinação desempenha um papel crucial na proteção do cão. Embora não impeça a picada, ajuda o sistema imunitário a responder melhor caso haja contacto com o parasita.</p>



<p>Antes de iniciar a vacinação, é fundamental realizar testes para garantir que o animal não está já infetado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A importância do diagnóstico precoce</h3>



<p>Mesmo sem sintomas visíveis, um cão pode ser portador da doença. Por isso, os rastreios regulares são uma ferramenta essencial para detetar precocemente qualquer infeção.</p>



<p>Quanto mais cedo for identificado o problema, maiores são as hipóteses de controlar a doença e garantir qualidade de vida ao animal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Existe cura para a Leishmaniose?</h3>



<p>Atualmente, a Leishmaniose não tem cura definitiva. No entanto, existem tratamentos que permitem controlar a doença de forma eficaz, possibilitando que muitos cães vivam com conforto e estabilidade durante vários anos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Prevenir é cuidar</h3>



<p>A Leishmaniose é uma realidade em Portugal, mas pode ser controlada com os cuidados certos. A combinação de proteção antiparasitária, vacinação e acompanhamento veterinário regular faz toda a diferença.</p>



<p>Mais do que reagir, é essencial antecipar. Proteger o seu cão hoje é garantir-lhe um futuro mais saudável, ativo e feliz.</p>



<p><em>Fonte: <a href="https://dogs-ptmagazine.com/" target="_blank" rel="noopener">DogsPTMagazine</a></em></p>
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		<title>Semana Europeia da Imunização: Prevenir em vez de reagir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[europa]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Animal]]></category>
		<category><![CDATA[semana europeia da imunização]]></category>
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					<description><![CDATA[No contexto da Semana Europeia da Imunização, o debate ganha ainda mais relevância. A mensagem é clara — continuar a agir apenas quando os problemas surgem já não é suficiente. É preciso antecipar, proteger e evitar. A forma como a Europa gere as doenças animais está a entrar num ponto de viragem. Perante o aumento [&#8230;]]]></description>
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<p><strong>No contexto da Semana Europeia da Imunização, o debate ganha ainda mais relevância. A mensagem é clara — continuar a agir apenas quando os problemas surgem já não é suficiente. É preciso antecipar, proteger e evitar.</strong></p>



<p>A forma como a Europa gere as doenças animais está a entrar num ponto de viragem. Perante o aumento da frequência e gravidade dos surtos, cresce o apelo a uma mudança estrutural: colocar a prevenção no centro das políticas de saúde animal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um modelo reativo que já não responde</h3>



<p>Durante anos, a resposta a surtos de doenças animais tem sido, em grande parte, reativa. Em muitos casos, isso traduziu-se em medidas extremas, como o abate em massa, com impactos económicos, sociais e éticos significativos.</p>



<p>Este modelo tem vindo a revelar limitações evidentes. Além de não prevenir novos surtos, gera custos elevados e levanta questões sobre sustentabilidade e bem-estar animal. A necessidade de mudança deixou de ser uma hipótese — é agora uma prioridade estratégica na Semana Europeia da Imunização.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Semana Europeia da Imunização: A prevenção como primeira linha de defesa</h3>



<p><a href="https://dogsonweb.com/categoria/blog/">Especialistas </a>e entidades europeias defendem uma abordagem mais robusta e antecipatória. A prevenção surge como o pilar essencial para uma gestão mais eficaz das doenças animais.</p>



<p>No caso dos animais de produção, práticas como a biossegurança, a vigilância veterinária contínua e a vacinação devem assumir um papel central. O objetivo é reduzir drasticamente o risco de propagação de doenças e minimizar a necessidade de medidas drásticas.</p>



<p>Já nos animais de companhia, a vacinação continua a ser uma das ferramentas mais eficazes para proteger não só os próprios animais, mas também as famílias com quem convivem diariamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O papel da vacinação na saúde global</h3>



<p>A vacinação é apontada como uma solução segura, comprovada e essencial na <a href="https://www.who.int/europe/event/european-immunization-week-2026" target="_blank" rel="noopener">Semana Europeia da Imunização</a>. Ao longo das últimas décadas, tem sido responsável por controlar e erradicar diversas doenças, contribuindo para uma convivência mais saudável entre humanos e animais.</p>



<p>Mais do que uma medida individual, a vacinação integra uma visão mais ampla de saúde pública, alinhada com o conceito de “One Health”, que reconhece a interligação entre saúde animal, humana e ambiental.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Uma mudança que não pode esperar</h3>



<p>O consenso entre especialistas é cada vez mais forte: a Europa precisa de abandonar uma lógica de resposta tardia e investir numa estratégia preventiva sólida e consistente.</p>



<p>Adiar esta transformação significa continuar a lidar com crises evitáveis, com custos elevados e impacto direto na sociedade. Apostar na prevenção é investir numa abordagem mais sustentável, eficiente e ética.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O futuro da saúde animal começa agora</h3>



<p>Recentrar a gestão das doenças animais na prevenção não é apenas uma evolução técnica — é uma mudança de paradigma discutida na Semana Europeia da Imunização. Uma decisão que pode redefinir o futuro da saúde animal na Europa, protegendo não só os animais, mas também as pessoas e os sistemas que deles dependem.</p>



<p>Num cenário onde os riscos são cada vez mais complexos, antecipar é a única forma de garantir segurança, equilíbrio e sustentabilidade a longo prazo.</p>



<figure class="wp-block-image"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/close-up-owner-holding-cute-dog-819x1024.jpg" alt="Semana Europeia da Imunização" class="wp-image-21775" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/close-up-owner-holding-cute-dog-819x1024.jpg 819w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/close-up-owner-holding-cute-dog-240x300.jpg 240w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/close-up-owner-holding-cute-dog-768x960.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/close-up-owner-holding-cute-dog-1229x1536.jpg 1229w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/close-up-owner-holding-cute-dog-1638x2048.jpg 1638w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/close-up-owner-holding-cute-dog-696x870.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/close-up-owner-holding-cute-dog-1068x1335.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/close-up-owner-holding-cute-dog-1920x2400.jpg 1920w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/05/close-up-owner-holding-cute-dog-scaled.jpg 2048w" sizes="auto, (max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>
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		<title>Primavera em risco: o seu cão ingeriu algo na rua? Descubra os sinais de alerta que não pode ignorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bianca Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[ingestão]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Canina]]></category>
		<category><![CDATA[sinais de alerta]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada da primavera, os passeios tornam-se mais longos, frequentes e estimulantes para os cães. Jardins floridos, parques cheios de vida e temperaturas agradáveis criam o cenário ideal para momentos de diversão. No entanto, esta estação traz também perigos silenciosos que muitos tutores não antecipam. A maior exposição ao exterior aumenta significativamente o risco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Com a chegada da primavera, os passeios tornam-se mais longos, frequentes e estimulantes para os cães. Jardins floridos, parques cheios de vida e temperaturas agradáveis criam o cenário ideal para momentos de diversão. No entanto, esta estação traz também perigos silenciosos que muitos tutores não antecipam.</strong></p>



<p>A maior exposição ao exterior aumenta significativamente o risco de ingestão de substâncias ou objetos potencialmente perigosos, tornando essencial uma <a href="https://dogsonweb.com/categoria/blog/saude/">vigilância </a>redobrada durante esta altura do ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Porque é que a primavera aumenta os riscos?</h2>



<p>Durante a primavera, o ambiente exterior torna-se mais rico em estímulos. Para os cães, que exploram o mundo através do olfato e da boca, isso significa mais oportunidades — e também mais riscos.</p>



<p>Entre os principais perigos encontram-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Plantas ornamentais tóxicas comuns em jardins e espaços públicos</li>



<li>Restos de comida deixados no chão</li>



<li>Produtos químicos como pesticidas e fertilizantes</li>



<li>Pequenos objetos ou resíduos urbanos</li>



<li>Insetos e outros animais que despertam curiosidade</li>
</ul>



<p>Mesmo locais aparentemente seguros podem esconder ameaças que passam despercebidas aos olhos dos tutores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comer relva: normal ou sinal de alerta?</h2>



<p>Muitos cães comem relva ocasionalmente, e na maioria dos casos este comportamento é considerado normal. Pode estar associado à exploração do ambiente ou até a um ligeiro desconforto digestivo.</p>



<p>No entanto, é importante estar atento a mudanças, na primavera. Se o seu cão começar a ingerir relva de forma frequente ou apresentar comportamentos fora do habitual, isso pode indicar um problema subjacente.</p>



<p>A chave está na observação: perceber o que é comportamento normal para o seu animal e identificar rapidamente qualquer alteração.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinais de alerta: quando deve preocupar-se?</h2>



<p>A ingestão de substâncias perigosas pode manifestar-se de várias formas, desde sintomas ligeiros a situações mais graves.</p>



<p>Nesta primavera fique atento aos seguintes sinais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Vómitos ou diarreia</li>



<li>Salivação excessiva</li>



<li>Falta de energia ou letargia</li>



<li>Perda de apetite</li>



<li>Alterações comportamentais</li>



<li>Tremores ou convulsões</li>



<li>Dificuldade respiratória</li>
</ul>



<p>A presença de um ou mais destes sintomas deve ser levada a sério, especialmente se surgir após um passeio ou contacto com o exterior.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que fazer se suspeitar de ingestão?</h2>



<p>Perante a suspeita de que o seu cão ingeriu algo inadequado, o mais importante é agir rapidamente e com cautela.</p>



<p>Deve:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Manter a calma</li>



<li>Tentar identificar o que poderá ter sido ingerido</li>



<li>Evitar provocar o vómito sem indicação profissional</li>



<li>Procurar assistência veterinária o mais rapidamente possível</li>
</ul>



<p>Uma resposta rápida pode fazer toda a diferença na recuperação do animal e na prevenção de complicações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prevenção: a melhor forma de proteger o seu cão</h2>



<p>Evitar situações de risco é sempre a estratégia mais eficaz. Pequenas mudanças na rotina podem reduzir significativamente a probabilidade de problemas.</p>



<p>Algumas boas práticas incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Supervisionar atentamente os passeios</li>



<li>Evitar zonas com plantas desconhecidas ou produtos químicos</li>



<li>Impedir o contacto com lixo ou restos alimentares</li>



<li>Levar brinquedos para desviar a atenção do chão</li>



<li>Escolher percursos mais seguros e limpos</li>
</ul>



<p>Além disso, conhecer os hábitos do seu cão ajuda a antecipar comportamentos e a agir preventivamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atenção aos detalhes faz toda a diferença</h2>



<p>Os cães não distinguem o que é seguro do que é perigoso — confiam na sua curiosidade natural para explorar o mundo. Cabe aos tutores garantir que essa exploração acontece de forma segura.</p>



<p>A primavera é uma estação de energia, descoberta e bem-estar, mas também exige maior atenção. Observar, prevenir e agir rapidamente são os pilares para garantir que os passeios continuam a ser momentos felizes e livres de riscos.</p>



<p>Cuidar do seu cão nesta época é, acima de tudo, estar atento aos pequenos sinais — porque são eles que podem evitar problemas maiores.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/04/cute-little-dog-back-yard-1-683x1024.jpg" alt="Com a chegada da primavera, os passeios tornam-se mais longos, frequentes e estimulantes para os cães. Jardins floridos, parques cheios de vida e temperaturas agradáveis criam o cenário ideal para momentos de diversão. No entanto, esta estação traz também perigos silenciosos que muitos tutores não antecipam." class="wp-image-21705" srcset="https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/04/cute-little-dog-back-yard-1-683x1024.jpg 683w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/04/cute-little-dog-back-yard-1-200x300.jpg 200w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/04/cute-little-dog-back-yard-1-768x1152.jpg 768w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/04/cute-little-dog-back-yard-1-1024x1536.jpg 1024w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/04/cute-little-dog-back-yard-1-1365x2048.jpg 1365w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/04/cute-little-dog-back-yard-1-696x1044.jpg 696w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/04/cute-little-dog-back-yard-1-1068x1602.jpg 1068w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/04/cute-little-dog-back-yard-1-1920x2880.jpg 1920w, https://dogsonweb.com/wp-content/uploads/2026/04/cute-little-dog-back-yard-1-scaled.jpg 1707w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fonte: <a href="https://sapo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Sapo</a></figcaption></figure>
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